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O ALERTA VERMELHO PARA OS CURSOS DE IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA ESTÁ LIGADO

Notificações extrajudiciais, investigações do Ministério Público e ações judiciais podem alcançar também escolas e colégios da área que participam de possível esquema irregular de direcionamento de alunos no segundo semestre de 2026.

O CERCO ESTÁ SE FECHANDO

O assunto deixou de ser apenas uma discussão entre entidades da área.

Agora ele está chegando às escolas.

Nos últimos meses, a Justiça, o Ministério Público e diversos órgãos públicos passaram a investigar entidades privadas que se apresentam como conselhos, órgãos de fiscalização ou responsáveis por registros profissionais, mesmo sem possuir competência legal para isso.

As investigações, a partirr de agora, podem alcançar também escolas que orientam ou incentivam alunos a se associarem a essas entidades ou que divulgam informações que podem levar alunos a acreditar que essas associações possuem reconhecimento oficial, validade para concursos públicos ou poderes que a lei não lhes confere.

O QUE JÁ ESTÁ ACONTECENDO

O cenário mudou.

Hoje já existem:

  • decisão judicial proibindo uma dessas entidades de emitir documentos com aparência de documentos oficiais;
  • manifestação do Ministério Público apontando graves irregularidades;
  • investigação criminal;
  • fiscalizações do CREMESP, COREN, Vigilância Sanitária e outros órgãos públicos;
  • notificações extrajudiciais já encaminhadas a escolas apontadas como participantes dessas práticas;
  • ações judiciais já propostas e outras em fase de preparação.

Isso significa que o problema deixou de atingir apenas a entidade investigada.

Em alguns casos, o processo de responsabilização das escolas já começou, com o envio de notificações extrajudiciais e a adoção das primeiras medidas judiciais contra instituições de ensino apontadas como participantes dessas práticas.


O ALERTA PARA AS ESCOLAS

Se uma escola informa ao aluno que determinada associação é um conselho, um órgão oficial ou que seus documentos possuem validade que a lei não reconhece, essa conduta poderá sofrer sanções pelas autoridades competentes.

Da mesma forma, escolas que difamam ou diminuem outras entidades da área para direcionar alunos às entidades com as quais mantêm parceria, divulgam informações sem verificar sua legalidade ou utilizam esses argumentos para promover seus cursos passam a assumir um risco jurídico que, até pouco tempo, era ignorado por grande parte do mercado.


O QUE PODE ACONTECER

Dependendo das circunstâncias de cada caso, escolas e seus gestores poderão responder por:

  • ações judiciais;
  • pedidos de indenização;
  • notificações extrajudiciais;
  • ações civis e criminais;
  • fiscalizações por órgãos públicos;
  • responsabilização pessoal dos responsáveis pela instituição, quando prevista em lei.

A ORIENTAÇÃO É CLARA

Este é o momento de revisar imediatamente tudo o que é informado aos alunos, bem como as parcerias firmadas pela instituição.

É igualmente recomendável reavaliar:

  • indicações de associações;
  • orientações prestadas durante a matrícula;
  • materiais de divulgação;
  • mensagens enviadas por WhatsApp e outros canais de comunicação;
  • informações repassadas por instrutores, coordenadores e colaboradores.

Encarando a realidade da mudança do setor

O que antes passava despercebido já começou a gerar notificações e medidas judiciais contra algumas instituições de ensino e pode trazer consequências jurídicas graves para escolas e seus gestores.

Confira também o link com a Manifestação do MP e Decisão Judicial com potencial de alcançar todos os Estados do Brasil: https://astege.org.br/justica-proibe-astego-de-emitir-carteiras-e-certidoes-como-registro-profissional-e-veda-aceitacao-de-documentos-pelo-poder-publico/

Para fazer denúncias ou obter mais informações, você deve entrar em contato com o Whatsapp: (11) 95159-5700.


Nota

Esta notícia foi elaborada com base em documentos públicos e demais elementos institucionais disponíveis. Em observância aos princípios da transparência, do contraditório e da ampla defesa, a ASTEGE coloca seus canais oficiais de comunicação à disposição para publicar eventuais esclarecimentos, manifestações ou notas de qualquer pessoa física ou jurídica eventualmente mencionada ou interessada, nos termos da legislação vigente.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE COMUNICAÇÃO DA ASTEGE

SITE ASTEGE - IMAGENS POSTdef 2

SOFREMOS OUTRO ATAQUE HACKER COVARDE!

Mais um ataque covarde contra quem trabalha sério!

Nosso suporte via WhatsApp sofreu outro ataque externo covarde que prejudica diretamente os trabalhadores e pessoas jurídicas.

Mas a ASTEGE não baixa a cabeça e não dobra os joelhos para esse tipo de atitude pequena. Eles estão acostumados a fazer isso; nós estamos acostumados a vencer desafios muito maiores.

Até segunda ordem, para garantir que ninguém saia prejudicado, transferimos imediatamente todo o atendimento da Central para:

📲 (11) 95159-5700

Se preferir, entre em contato pelo e-mail: secretarianacional@astege.org.br

Estamos sempre com você. Vamos em frente!

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ASTEGE é Reconhecida pela Mídia Nacional como Entidade Líder na Formação de Técnicos em Imobilização Ortopédica

ASTEGE Conquista Destaque Nacional e é Citada pela RedeTV News como Referência na Imobilização Ortopédica

Reconhecimento Nacional: ASTEGE no Topo da Imobilização Ortopédica

A ASTEGE – Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos em Imobilizações Ortopédicas acaba de receber mais um importante reconhecimento: um destaque especial na RedeTV News, um dos maiores portais de notícias do país. A matéria evidencia o papel fundamental da entidade na formação, certificação e valorização desses profissionais essenciais para a saúde pública brasileira.

A publicação ressalta que, entre as entidades atuantes na área, a ASTEGE é considerada por muitos “a entidade nacional de maior prestígio na área”, ampliando programas de formação, certificação e atualização profissional para atender às crescentes demandas do setor de saúde.

Quem São os Profissionais que Atendem Milhares de Brasileiros Diariamente?

Uma Profissão Essencial, Ainda Pouco Conhecida

Milhares de brasileiros passam diariamente pelas mãos dos Técnicos em Imobilização Ortopédica em pronto-socorros, salas de gesso, unidades de ortopedia e centros de urgência e emergência de todo o país. Esses profissionais são responsáveis pela confecção de talas, aparelhos gessados e imobilizações fundamentais para a recuperação de pacientes com fraturas, luxações, entorses graves e outros traumas ortopédicos.

Apesar de sua presença cotidiana nos serviços de saúde, essa profissão ainda é pouco conhecida pelo grande público, o que gera dúvidas frequentes como:

  • Quem coloca o gesso no hospital?
  • O ortopedista é quem faz a imobilização?
  • Como funciona uma sala de gesso?
  • Como faço um curso para trabalhar nessa área?

Por Que a Qualificação Profissional é um Diferencial?

Segurança do Paciente e Excelência no Atendimento

A correta imobilização de uma fratura ou lesão musculoesquelética é uma etapa crítica do atendimento. Uma técnica inadequada pode comprometer o conforto do paciente, dificultar o tratamento e exigir reavaliações ou ajustes clínicos.

Por esse motivo, hospitais e serviços de saúde buscam cada vez mais profissionais capacitados para executar esses procedimentos dentro de protocolos assistenciais e em integração com as equipes multiprofissionais. A formação continuada passou a ser considerada um importante diferencial para quem deseja atuar ou se aperfeiçoar na área.

ASTEGE Lidera Iniciativas de Valorização e Formação Profissional

Programas de Certificação, Cursos EAD e Ações Institucionais

Nesse cenário, a ASTEGE tem desenvolvido iniciativas voltadas ao fortalecimento da profissão, à valorização dos profissionais e à ampliação do acesso à qualificação. Ao longo de sua trajetória, a entidade vem promovendo:

  • Programas de formação e certificação profissional
  • Cursos na modalidade EAD para alcance nacional
  • Ações de atualização profissional continuada
  • Projetos destinados a militares, guardas municipais, profissionais da segurança pública e profissionais de várias áreas da saúde em todo o Brasil
  • Emissão da Carteira Nacional de Identificação Profissional
  • Certidões de regularidade institucional para concursos e processos seletivos
  • Disseminação de informações técnicas e incentivo à educação continuada

Essas iniciativas acompanham uma tendência observada em diversas áreas da saúde, nas quais a qualificação permanente passou a ser um fator relevante para o desenvolvimento profissional.

Uma Profissão em Expansão e com Futuro Promissor

Crescimento da Demanda e Oportunidades no Setor de Saúde

Especialistas avaliam que o envelhecimento da população, o aumento dos atendimentos relacionados a traumas, a expansão da rede de saúde e a busca por maior qualidade assistencial deverão contribuir para ampliar a importância dos profissionais da Imobilização Ortopédica nos próximos anos.

À medida que cresce o conhecimento da sociedade sobre essa atuação, aumenta também o interesse pela formação específica, pela atualização técnica e pelas oportunidades profissionais oferecidas pelo setor.

Saiba Mais sobre a ASTEGE e Como Ingressar na Profissão

Para quem deseja conhecer mais sobre a profissão, compreender melhor as possibilidades de atuação ou buscar informações sobre programas de formação, certificação e atualização profissional, a ASTEGE disponibiliza informações por meio de seus canais oficiais:

Canais de Atendimento ASTEGE

  • Site oficial: www.astege.org.br
  • Central Nacional de Atendimento (WhatsApp): (11) 96085-4977
  • E-mail: secretarianacional@astege.org.br
  • Telefone: (11) 2391-8330
  • Endereço: Avenida Paulista, 1439, 1º andar, sala 12, Bela Vista, São Paulo/SP, CEP 01311-200 (Atendimento somente com hora marcada)

Leia a Matéria Completa da RedeTV News

A matéria completa publicada pela RedeTV News: https://redetv.news/2026/07/07/quase-ninguem-conhece-mas-milhares-de-brasileiros-passam-diariamente-pelas-maos-desses-profissionais-nos-hospitais/

O reconhecimento pela mídia nacional reforça o compromisso da ASTEGE com a excelência, a valorização profissional e o desenvolvimento contínuo da Imobilização Ortopédica no Brasil.


Nota: Artigo baseado em matéria publicada pela RedeTV News. A ASTEGE se coloca à disposição para publicar eventuais esclarecimentos de qualquer parte interessada, nos termos da legislação vigente.



DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO DA ASTEGE

Lei astege 12

O DESESPERO DE UMA ENTIDADE DECADENTE E O RIGOR DA JUSTIÇA E DO MINISTÉRIO PÚBLICO

Atenção, profissionais da Imobilização Ortopédica e hospitais. Não se deixem enganar por notas emocionais na internet. A lei é definitiva e a verdade está nos tribunais. Verifiquem os processos.

Quem trabalha sério não precisa mentir. Nós não disputamos espaço, nós defendemos a legalidade da nossa profissão. Enquanto uns acumulam processos, nós construímos história.

SERÁ QUE É INVEJA NOSSA?

MAS… DO QUE NÓS TERÍAMOS INVEJA?

🚫 De uma diretoria indiciada criminalmente em inquéritos policiais?

🚫 Por ser a primeira Entidade da imobilização no Brasil que teve os documentos proibidos perante a órgãos públicos de todo um estado?

🚫 De ter diretores dando cursos que são irregulares, invadem competências de outras profissões e um que até se identifica como médico?

🚫 De uma entidade PROIBIDA pela Justiça e pelo Ministério Público de se passar por órgão público?

🚫 De se negar a sentar e conversar de forma madura com outras entidades da área em prol de uma categoria sofrida e maltratada?

🚫 De ficar tirando fotos com políticos para dizer que está trabalhando e tentar justificar a cobrança de anuidades absurdas?

🚫 De ficar criando posts com inteligência artificial sem se dar o trabalho mínimo de revisar textos?

🚫 De tentar roubar a marca de outra associação de prestígio?

🚫 De ser uma entidade decadente que não sabe nem mesmo sua posição ou função jurídica?

🚫 De denúncias por emissão de documentos “a jato” para pessoas sem formação?

🚫 De mentir declarando falsas homologações positivas da Vigilância Sanitária e Ministério do Trabalho?

Etc…

O sentimento da categoria não é inveja. É ASCO e VERGONHA.

Ou seja,

A NOSSA RESPOSTA É O TRABALHO

Enquanto eles criam narrativas falsas para vender papel, vivem tirando fotos com políticos e cobrando anuidades estratosféricas, nós alcançamos o topo com respeito e competência:

Certificamos a MARINHA DO BRASIL uma vez e fomos chamados pela segunda.

(Eles nunca)

Certificamos as GUARDAS MUNICIPAIS e profissionais de várias áreas da Segurança Pública.

(Eles nunca fizeram nada disso)

Certificamos profissionais de Órgão Federal oficialmente.

(Eles nunca fizeram)

A lista do “eles nunca fizeram” neste sentido é muito grande.

HOSPITAIS E PROFISSIONAIS DA IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA

Exigir chancelas de associações privadas proibidas pela Justiça gera risco de processo trabalhista por assédio e discriminação. Fiquem do lado da lei. A verdade venceu.

Creiam nos documentos do Ministério Público e da Justiça!

Eles estão cada vez mais no buraco e tentando sempre puxar alguém para sofrer com eles.

CUIDADO!

DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO DA ASTEGE


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NOTA DE PESAR | ASTEGE e CONDIO-BR

“Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
2 Timóteo 4:7

Com profundo pesar, nos despedimos de Adriano Ferreira, Diretor Nacional da ASTEGE e membro do CONDIO-BR, profissional dedicado à Imobilização Ortopédica, à Enfermagem e ao cuidado com as pessoas.

Seu legado de fé, compromisso e serviço permanecerá vivo na memória de familiares, amigos, colegas de profissão e de todos que tiveram o privilégio de caminhar ao seu lado.

Neste momento de dor, manifestamos nossa solidariedade aos familiares e amigos, rogando a Deus conforto e paz aos corações enlutados.

Adriano Ferreira, presente na memória, no exemplo e na história da Imobilização Ortopédica.

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JUSTIÇA PROÍBE ASTEGO DE EMITIR CARTEIRAS E CERTIDÕES COMO “REGISTRO PROFISSIONAL” E VEDA ACEITAÇÃO DE DOCUMENTOS PELO PODER PÚBLICO

Conforme levantamento feito pela ASTEGE, esta é a primeira decisão na história da imobilização ortopédica no Brasil. A determinação judicial proíbe a ASTEGO de usar terminologias típicas de conselhos de classe como “órgão de classe”, “registro profissional”, “habilitação profissional” e “suspensão do exercício”, e proíbe ao Estado do ES a aceitação de carteiras, certidões e certificados da entidade como comprovação de habilitação profissional. Com multas que podem chegar a R$ 20 mil por dia e pedido de R$ 100 mil em danos morais coletivos, o caso pode servir de precedente para análises semelhantes em outros Estados do País, onde medidas correlatas podem ser adotadas a qualquer momento.

Decisão judicial determina retirada de expressões e documentos

Uma decisão judicial em âmbito estadual determinou que a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS TÉCNICOS EM IMOBILIZAÇÕES ORTOPÉDICAS (ASTEGO) remova, de documentos, sites, redes sociais e comunicações institucionais, as expressões que induzam à ideia de órgão público ou conselho profissional, tais como:

Expressões vedadas pela decisão

• “órgão”;
• “registro profissional”;
• “habilitação profissional”;
• “suspensão do exercício”;
• “habilita o profissional ao exercício da profissão”.

Conforme a fundamentação da decisão, baseada em parecer favorável do Ministério Público local, a ASTEGO, em tese, não detém competência legal para exercer poder de polícia administrativa. Por essa razão, a medida judicial veda o uso de expressões como “registro profissional” e “habilitação profissional”, bem como a conferência de habilitação profissional com efeitos equivalentes aos atribuídos por lei a conselhos profissionais ou órgãos públicos competentes.

Além disso, o Estado onde a ação foi ajuizada foi determinado a abster-se de aceitar documentos emitidos pela ASTEGO como comprovante de habilitação profissional para investidura, permanência ou regularização funcional de servidores, ressalvada a obrigação da Administração de observar os requisitos legalmente previstos para verificação de títulos e certificados.

Multas e responsabilização

O processo também pleiteia reparação por dano moral coletivo no valor de R$ 100.000,00, cujo pleito de indisponibilidade de bens foi, por ora, reservado para análise futura, conforme fundamentação da magistrada.

Valores das multas fixadas

A liminar estabelece multa diária de:

• R$ 5.000,00 caso a ASTEGO não remova, no prazo de 48 horas, de seu site e canais oficiais, afirmações de que “habilita o profissional ao exercício da profissão”;

• R$ 20.000,00 caso não publique, em 5 dias, aviso corretivo destacando que “NÃO é um órgão de classe”.

Contexto e desdobramentos

A ação foi ajuizada pela ASTEGE (Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos em Imobilizações Ortopédicas) e tem como objeto a proteção da saúde pública, da regularidade funcional e da concorrência leal no setor de imobilização ortopédica, diante da emissão de documentos por entidade privada sem respaldo legal, induzindo terceiros a acreditar que se trata de órgão de classe, o que não é verdade.

A decisão do Espírito Santo ocorre em um contexto de crescentes providências e denúncias envolvendo órgãos como Vigilância Sanitária, Conselhos de Medicina e Enfermagem, Ministério Público do Trabalho e Polícias Civis, todos voltados à apuração de irregularidades na emissão de certificados e carteiras com aparência de habilitação oficial, prática que, segundo a decisão, pode colocar em risco a segurança dos serviços públicos de saúde.

Transparência e fontes públicas

Esta notícia baseia-se exclusivamente em documentos públicos e decisões judiciais disponíveis no PJe do Tribunal de Justiça, acessíveis a qualquer cidadão mediante consulta processual.

Consulta pública do processo

O Espírito Santo é, até o momento, a unidade da federação onde esta decisão específica foi proferida. O processo pode ser consultado publicamente sob o nº 5011660-24.2026.8.08.0024, na 4ª Vara de Fazenda Pública Estadual de Vitória.

A ASTEGE reafirma seu compromisso com a informação qualificada, a defesa da saúde pública e a valorização ética da categoria de Técnicos em Imobilizações Ortopédicas, colocando-se à disposição para esclarecimentos adicionais com base em fontes oficiais.

Para consulta pública

Processo nº 5011660-24.2026.8.08.0024
Tribunal de Justiça do Espírito Santo – PJe
Link para consulta de documentos: https://pje.tjes.jus.br/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam

Autoria

Por Wlademyr Mendes – Presidente Nacional da ASTEGE e Jornalista Independente – MTE 0068396/SP
Notícia baseada em documentos públicos. Eventuais esclarecimentos da parte interessada serão publicados nos termos da legislação vigente.

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Alerta Geral Na Imobilização

ALERTA GERAL NA IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA!

Entidade privada que promete “habilitação profissional” volta ao centro de denúncias e investigações

Representações foram encaminhadas ao Ministério Público, Polícia Civil, conselhos profissionais e vigilâncias sanitárias. O caso envolve emissão de documentos, oferta de cursos e possível indução em erro de profissionais, órgãos públicos e empresas privadas.


SÃO PAULO — Associação privada volta ao centro das investigações

SÃO PAULO — Uma associação privada que atua na área de imobilização ortopédica voltou ao centro das atenções após novas representações protocoladas junto ao Ministério Público, Polícia Civil, CREMESP (Conselho Regional de Medicina de São Paulo), COREN-SP (Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo), órgãos de Vigilância Sanitária e outros similares.

Além das autoridades, escolas profissionalizantes, hospitais e operadoras de saúde mencionados em materiais de divulgação também foram oficialmente comunicados para esclarecimentos. As apurações estão em andamento.


Histórico de questionamentos se estende por mais de duas décadas

Documentos protocolados indicam que, desde aproximadamente 2003, surgem questionamentos envolvendo emissão de carteiras e certidões associativas, uso da expressão “órgão” em comunicações institucionais e declarações que poderiam sugerir habilitação profissional.

Em 2008, houve formalização de denúncias no Ministério Público de São Paulo. Entre 2009 e 2018, segundo registros apresentados nas representações, a entidade teria emitido documentos que, na visão dos denunciantes, poderiam dar a entender que se tratava de órgão oficial, embora sua natureza jurídica seja de associação privada.

Entre 2024 e 2025, membros da diretoria foram investigados e houve indiciamento em processo criminal. Em 2026, novas denúncias ampliaram o alcance das apurações. As autoridades analisam os fatos.


Entidade privada usa linguagem de “órgão público” e gera debate sobre natureza jurídica

Certidões analisadas utilizam expressões como “regular perante este órgão”, “habilita ao exercício profissional” e outras semelhantes. Segundo as representações, esse tipo de linguagem pode gerar dúvida em profissionais e empregadores sobre a natureza jurídica da entidade.

Especialistas lembram que associações privadas não substituem conselhos profissionais criados por lei federal. A análise sobre eventual indução em erro está sob responsabilidade das autoridades competentes.


Cursos sob análise: procedimentos que podem ultrapassar limites técnicos

Entre os novos fatos comunicados está a oferta de cursos envolvendo suturas, reduções e técnicas relacionadas à cirurgia da mão. Segundo os denunciantes, esses conteúdos poderiam ultrapassar os limites técnicos da imobilização ortopédica e alcançar áreas tradicionalmente vinculadas à enfermagem e à medicina.

Pareceres já emitidos por conselhos profissionais citando a associação denunciada, como o COREN-SP, são citados nas representações como referência técnica para essa discussão.

Impacto para profissionais

Se confirmadas irregularidades, profissionais ligados a essa entidade, podem investir dinheiro em cursos que não tenham validade reconhecida, enfrentar questionamentos legais sobre atos praticados ou ter problemas administrativos em vínculos públicos ou privados.

Impacto para pacientes

Caso haja atuação fora dos limites legais, pode haver risco à saúde da população, questionamento sobre qualificação técnica e insegurança jurídica. Esses pontos estão sob apuração.


Instituições citadas em materiais de divulgação foram comunicadas

Materiais promocionais divulgam a atuação de instrutor identificado como D.S. Cunha, técnico de gesso hospitalar, associando sua experiência a instituições hospitalares conhecidas para captar alunos. Entre os nomes mencionados em peças públicas estão renomados Hospitais de São Paulo e escolas profissionalizantes no ABC Paulista. Instituições de ensino envolvidas com a entidade denunciada também são objeto de investigação em outros estados da federação, além de São Paulo.

Essas instituições foram consultadas para esclarecimentos sobre autorização de uso de seus nomes, eventual vínculo institucional e protocolos internos sobre habilitação profissional. Até o fechamento desta edição, aguarda-se manifestação.


Escolas profissionalizantes também sob investigação

Representações também apontam que cursos investigados teriam sido realizados em dependências de escolas profissionalizantes noi ABC Paulista. Caso as autoridades entendam que houve irregularidade, essas instituições poderão ser chamadas a prestar esclarecimentos. Uma delas já teria sido notificada em procedimentos anteriores do Ministério Público. As apurações seguem.


Caso do Espírito Santo reacende debate sobre documentos duvidosos

O episódio mais recente envolve uma servidora da Secretaria de Saúde do Espírito Santo. Segundo representação protocolada, a documentação apresentada para exercício do cargo público parece ser falsa. Para esta mesma servidora suspeita-se que a entidade sob denúncia emitiu documento a jato para manter a servidora no cargo. O que também está sendo investigado pelas autoridades.


Caso supera disputa entre entidades e envolve saúde e interesse público

Segundo as representações, o caso pode envolver confiança pública, segurança assistencial, regularidade documental e responsabilidade de escolas e instituições. Se confirmadas irregularidades, podem existir consequências administrativas, civis e criminais. Tudo depende da conclusão das investigações.


Direito de resposta e transparência

A associação mencionada, o profissional citado, as escolas e as instituições hospitalares têm espaço aberto para manifestação. Esclarecimentos podem ser enviados para secretarianacional@astege.org.br. As manifestações serão analisadas e publicadas.


Participação do leitor

Se você é profissional da área e já teve dúvida sobre o que realmente pode fazer, ou já recebeu promessa de “habilitação”, registro de “órgão de classe” da imobilização ortopédica ou “registro a jato”, ou se é paciente e já se perguntou quem está autorizado a realizar certos procedimentos, compartilhe sua experiência conosco pelo WhatsApp (11) 96085-4977. A informação protege quem trabalha corretamente e quem precisa de cuidado.


Esta reportagem foi elaborada com base em documentos públicos, representações protocoladas junto a órgãos oficiais e fontes identificadas. Todas as partes citadas têm direito de resposta garantido, conforme previsto em lei.


Imagem de natal 2025

RECESSO DE FINAL DE ANO DA ASTEGE

🎄✨ 📅 24 e 25/12/2024: O atendimento via WhatsApp estará indisponível. Contudo, os serviços essenciais permanecerão ativos de forma digital.

🕐 Retorno do Atendimento:
📍 26, 27 e 30/12/2024: Plantão especial, das 13h às 17h.
📍 Atendimento normal: Retorno completo em 06/01/2025.

⚠️ Durante o recesso (20/12/2024 a 06/01/2025), operaremos com plantões parciais.

As respostas de nossa Central Whatsapp podem levar mais tempo devido à equipe reduzida.

🎅🎁 A ASTEGE deseja a todos um Natal de paz e um Ano Novo cheio de conquistas! 🌟✨


DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO
ASTEGE NACIONAL
Imobilização Ortopédica Elevada a Nível Superior!

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Imobilização Ortopédica perde Milton Gomes, referência histórica na luta sindical, técnica e na formação profissional

A Imobilização Ortopédica brasileira se despede de um de seus nomes mais representativos. Faleceu Milton Gomes da Silva, aos 66 anos, técnico de imobilização ortopédica cuja trajetória se confunde com a própria história da categoria no Brasil na luta por reconhecimento e valorização.

Milton foi mais do que um profissional experiente. Foi uma voz ativa, um articulador incansável e um defensor firme da dignidade dos técnicos de imobilização ortopédica, especialmente em momentos em que a categoria mais precisou de união, escuta e representação.

Uma vida dedicada à Imobilização Ortopédica e categorias da saúde

Com mais de duas décadas de atuação, Milton Gomes construiu uma trajetória sólida na prática profissional, no ensino técnico, na formação de novos profissionais e na atuação sindical, sempre com foco na valorização da Imobilização Ortopédica como área essencial da saúde.

Atuou como instrutor e professor, participou de cursos e treinamentos técnicos, e esteve presente em debates fundamentais para o avanço da profissão, incluindo discussões sobre Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) e a luta histórica pela regulamentação federal da profissão.

Sua atuação nunca foi silenciosa. Milton acreditava que a Imobilização Ortopédica precisava ocupar espaços, ser ouvida e reconhecida como merece.

Mais do que os cargos, Milton destacou-se pelo compromisso com quem estava na base da saúde, ou seja, estudantes, técnicos e trabalhadores já atuantes, defendendo que enfermagem e cuidadores ocupassem espaços de decisão, reconhecimento e voz política. Autodefinia-se como um “soldado” da categoria, convicto de que nenhuma transformação real acontece sem organização, união e participação ativa. Nesse espírito, colaborou diretamente na construção de entidades como a ABCI e o Movimento dos Ativistas da Enfermagem Brasileira (MAE), além de manter atuação política desde a fundação do Partido Solidariedade, sempre sustentando a ideia de que os profissionais do cuidado precisavam ser protagonistas de sua própria história.

Relação com a ASTEGE e trabalhos conjuntos pela Imobilização Ortopédica

Ao longo dos anos, Milton Gomes manteve contato direto, diálogo institucional e ações conjuntas com a Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos de Imobilizações Ortopédicas (ASTEGE) e com seu presidente nacional, Wladmyr Mendes.

Esses encontros e articulações envolveram debates sobre formação profissional, organização da categoria, qualificação técnica, defesa institucional e caminhos para o fortalecimento da Imobilização Ortopédica no Brasil, especialmente em momentos sensíveis, nos quais muitos profissionais se sentiam desamparados ou sem representação efetiva.

Um legado que não pode ser apagado

Milton Gomes pertence a uma geração de técnicos que abriu caminhos, muitas vezes sem reconhecimento imediato, enfrentando dificuldades institucionais e políticas para que hoje a Imobilização Ortopédica pudesse avançar em organização, ensino e visibilidade.

Sua partida deixa um sentimento coletivo de perda profunda, não apenas de um profissional experiente, mas de alguém que carregava a história, as dores e as esperanças de uma categoria que, por vezes, se sentiu órfã de escuta e representação.

Ainda assim, seu legado permanece vivo naqueles que formou, nos profissionais que ajudou a orientar e nas lutas que não abandonou, mesmo quando o silêncio parecia mais confortável para outros.

Nota institucional de pesar

A ASTEGE manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Milton Gomes da Silva e se solidariza com seus familiares, amigos e colegas de profissão. Seu nome permanece registrado na história da Imobilização Ortopédica brasileira como símbolo de resistência, compromisso e dedicação à categoria.

Que sua trajetória sirva de lembrança permanente de que nenhuma profissão avança sem memória, sem coragem e sem pessoas dispostas a lutar, mesmo quando isso tem um custo pessoal alto.

Milton Gomes deixa um vazio, mas também deixa responsabilidade: a de não permitir que sua história seja esquecida.

DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO
ASTEGE NACIONAL
Imobilização Ortopédica Elevada a Nível Superior!

Notícias ASTEGE

ASTEGE NA MÍDIA HONRANDO A IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA NO BRASIL

A ASTEGE continua a demonstrar um compromisso inabalável com a excelência e a dedicação à regulamentação da profissão em Brasília.

VOCÊ JÁ PAROU PRA PENSAR???

Por que a ASTEGE nunca foi denunciada a nenhum órgão público?

Por que só a ASTEGE é chamada para Certificar entes da Forças Armadas?

Por que grandes veículos de comunicação procuram e reconhecem somente a ASTEGE?

Por que somente a ASTEGE abre suas Assembleias Gerais para os TIO’s?

Por que somente a ASTEGE faz eventos GRATUITOS para os TIO’s?

Por que a ASTEGE cobra a menor anuidade do Brasil para os TIO’S?

Por que a ASTEGE honra a Categoria tendo sua sede nacional no prestigiado endereço da avenida Paulista no Estado de São Paulo enquanto outras entidades transformam os TIO’s em motivo de zombaria, cobrando valores absurdos para os TIO’s e envergonham os profissionais chamando um casebre velho de “Sede Nacional”?

… e poderíamos fazer mais dezenas de perguntas como estas sobre as quais você deveria pensar.

Enquanto tem Associação que fica por aí tirando foto para dizer que está trabalhando, a ASTEGE vem trabalhando incansavelmente sem fazer estardalhaço e é reconhecida até pela Grande Mídia.

Por isso, que temos grande satisfação em compartilhar essa notícia publicada por um renomado Portal associado à empresa UOL.

Esta notícia ressalta o impressionante trabalho realizado pela ASTEGE em prol da imobilização ortopédica, consolidando ainda mais sua reputação como uma organização de destaque e elevando a Imobilização Ortopédica a outros patamares.

A persistência incansável da ASTEGE em enfrentar desafios e promover avanços significativos é verdadeiramente inspiradora, e sua contribuição para o campo da saúde ortopédica merece o mais alto reconhecimento.

Essa notícia não só engrandece a ASTEGE e a imobilização ortopédica, mas é um marco significativo para nossa categoria no Brasil e mais uma prova de que a ASTEGE realmente trabalha ao invés de ficar tirando fotos e mentindo para a Categoria como faz a Associação denunciada ao Ministério Público e que já foi até alvo de resolução do COREN.

A ASTEGE só nos traz orgulho e honra!

Apoie quem nos apoia e realmente trabalha por nós, trazendo honra e reconhecimento aos TIO’s no Brasil.

APOIE A ASTEGE!

Veja a noticia sobre o trabalho da Astege no portal associado à UOL no link abaixo:

https://observatoriodosfamosos.uol.com.br/publieditorial/a-astege-e-seu-lider-incansavel-vencem-outra-vez-a-jornada-da-astege-para-a-regulamentacao-federal-da-profissao-de-tecnico-em-imobilizacao-ortopedica