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Imobilização Ortopédica Elevada a Nível Superior!

milton 3

Imobilização Ortopédica perde Milton Gomes, referência histórica na luta sindical, técnica e na formação profissional

A Imobilização Ortopédica brasileira se despede de um de seus nomes mais representativos. Faleceu Milton Gomes da Silva, aos 66 anos, técnico de imobilização ortopédica cuja trajetória se confunde com a própria história da categoria no Brasil na luta por reconhecimento e valorização.

Milton foi mais do que um profissional experiente. Foi uma voz ativa, um articulador incansável e um defensor firme da dignidade dos técnicos de imobilização ortopédica, especialmente em momentos em que a categoria mais precisou de união, escuta e representação.

Uma vida dedicada à Imobilização Ortopédica e categorias da saúde

Com mais de duas décadas de atuação, Milton Gomes construiu uma trajetória sólida na prática profissional, no ensino técnico, na formação de novos profissionais e na atuação sindical, sempre com foco na valorização da Imobilização Ortopédica como área essencial da saúde.

Atuou como instrutor e professor, participou de cursos e treinamentos técnicos, e esteve presente em debates fundamentais para o avanço da profissão, incluindo discussões sobre Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) e a luta histórica pela regulamentação federal da profissão.

Sua atuação nunca foi silenciosa. Milton acreditava que a Imobilização Ortopédica precisava ocupar espaços, ser ouvida e reconhecida como merece.

Mais do que os cargos, Milton destacou-se pelo compromisso com quem estava na base da saúde, ou seja, estudantes, técnicos e trabalhadores já atuantes, defendendo que enfermagem e cuidadores ocupassem espaços de decisão, reconhecimento e voz política. Autodefinia-se como um “soldado” da categoria, convicto de que nenhuma transformação real acontece sem organização, união e participação ativa. Nesse espírito, colaborou diretamente na construção de entidades como a ABCI e o Movimento dos Ativistas da Enfermagem Brasileira (MAE), além de manter atuação política desde a fundação do Partido Solidariedade, sempre sustentando a ideia de que os profissionais do cuidado precisavam ser protagonistas de sua própria história.

Relação com a ASTEGE e trabalhos conjuntos pela Imobilização Ortopédica

Ao longo dos anos, Milton Gomes manteve contato direto, diálogo institucional e ações conjuntas com a Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos de Imobilizações Ortopédicas (ASTEGE) e com seu presidente nacional, Wladmyr Mendes.

Esses encontros e articulações envolveram debates sobre formação profissional, organização da categoria, qualificação técnica, defesa institucional e caminhos para o fortalecimento da Imobilização Ortopédica no Brasil, especialmente em momentos sensíveis, nos quais muitos profissionais se sentiam desamparados ou sem representação efetiva.

Um legado que não pode ser apagado

Milton Gomes pertence a uma geração de técnicos que abriu caminhos, muitas vezes sem reconhecimento imediato, enfrentando dificuldades institucionais e políticas para que hoje a Imobilização Ortopédica pudesse avançar em organização, ensino e visibilidade.

Sua partida deixa um sentimento coletivo de perda profunda, não apenas de um profissional experiente, mas de alguém que carregava a história, as dores e as esperanças de uma categoria que, por vezes, se sentiu órfã de escuta e representação.

Ainda assim, seu legado permanece vivo naqueles que formou, nos profissionais que ajudou a orientar e nas lutas que não abandonou, mesmo quando o silêncio parecia mais confortável para outros.

Nota institucional de pesar

A ASTEGE manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Milton Gomes da Silva e se solidariza com seus familiares, amigos e colegas de profissão. Seu nome permanece registrado na história da Imobilização Ortopédica brasileira como símbolo de resistência, compromisso e dedicação à categoria.

Que sua trajetória sirva de lembrança permanente de que nenhuma profissão avança sem memória, sem coragem e sem pessoas dispostas a lutar, mesmo quando isso tem um custo pessoal alto.

Milton Gomes deixa um vazio, mas também deixa responsabilidade: a de não permitir que sua história seja esquecida.

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Imobilização Ortopédica Elevada a Nível Superior!

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Vice-presidente nacional da ASTEGE é nomeado membro efetivo de Comissão do Conselho Federal de Radiologia (CONTER)

Nomeação fortalece a presença institucional da ASTEGE em órgão federal

Liderança técnica e política passa a integrar Comissão de Inteligência Institucional do CONTER

A Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos de Imobilizações Ortopédicas (ASTEGE) celebra, com grande orgulho institucional, a nomeação do seu Diretor Vice-Presidente, Antônio Marcos Bonifácio de Souza, como membro efetivo da Comissão de Inteligência Institucional (CII) do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER), conforme Portaria CONTER nº 132, de 12 de novembro de 2025.

A nomeação representa um reconhecimento formal, em âmbito federal, da trajetória, da capacidade técnica e da envergadura institucional de Antônio Bonifácio, reforçando o protagonismo da ASTEGE nos espaços mais elevados de formulação, governança e inteligência estratégica dos Conselhos de Fiscalização Profissional no Brasil.

Comissão estratégica, atuação nacional

A Comissão de Inteligência Institucional do CONTER possui atribuições altamente sensíveis e estratégicas, voltadas à análise de dados administrativos, funcionais, financeiros, cadastrais e jurídicos, com foco no fortalecimento da governança, da transparência, da eficiência administrativa e do controle interno do sistema CONTER/CRTRs.

Trata-se de uma comissão criada para atender às exigências modernas de integridade institucional, inteligência decisória e responsabilidade pública, reunindo profissionais com histórico comprovado de atuação ética, técnica e estratégica.

Uma trajetória que credencia

Antônio Marcos Bonifácio é uma figura amplamente conhecida e respeitada no campo da saúde, especialmente no Estado do Espírito Santo, onde já exerceu mandato como vereador, recebeu honrarias em diversos municípios e construiu uma trajetória marcada pela seriedade, pelo compromisso público e pela defesa qualificada das categorias técnicas.

Além de sua atuação política e institucional, Bonifácio é instrutor em aplicação de técnicas de imobilizações ortopédicas, Diretor Vice-Presidente Nacional da ASTEGE e membro efetivo do Conselho Deliberativo da Imobilização Ortopédica do Brasil, o que consolida sua posição como uma liderança técnica e institucional de alcance nacional.

Sua presença como membro efetivo de uma comissão federal do CONTER não é circunstancial: é consequência direta de um histórico sólido, construído com trabalho real, entrega técnica e responsabilidade institucional, não com aparições protocolares ou agendas vazias.

ASTEGE: ocupando espaços reais de poder técnico

A nomeação de Antônio Bonifácio reafirma uma diferença institucional clara: a ASTEGE não apenas dialoga com os órgãos federais, mas participa ativamente da construção das decisões.

Enquanto tem associação que se limita a atacar o nosso trabalho e apenas fazer registros fotográficos de viagens sem objetivo claro ou eficácia comprovada, custeadas por profissionais desavisados, tudo apenas para aparentar atuação real, a ASTEGE consolida sua presença onde efetivamente importa: nas comissões, nos conselhos, nos espaços de inteligência, fiscalização e decisão, com representantes que têm currículo, legitimidade e reconhecimento formal.

Reunião estratégica e podcast com a Presidência do CONTER

A agenda recente que culminou na nomeação também incluiu reunião institucional e a gravação de um podcast com o Presidente do CONTER, TNR Carlos da Silva, descritas como extremamente produtivas e esclarecedoras.

O encontro possibilitou o alinhamento de estratégias, o debate sobre a visão de longo prazo do sistema CONTER e uma troca qualificada de ideias, marcada pela abertura ao diálogo e pela maturidade institucional.

Um marco para a ASTEGE e para a imobilização ortopédica

A presença de um diretor da ASTEGE como membro efetivo de uma comissão federal do CONTER não é apenas uma conquista individual, é um marco coletivo. Representa o avanço da imobilização ortopédica, o fortalecimento da representação técnica e a consolidação da ASTEGE como uma entidade que ocupa espaços de decisão com autoridade, preparo e legitimidade.

ASTEGE segue firme, construindo reputação, patrimônio institucional e reconhecimento nacional com trabalho, não com discurso.

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Derrubada do Youtube pela ASTEGO

Ataque à categoria: canal dos Técnicos de Imobilização sai do ar no YouTube após envio de informações judiciais incompletas. A quem interessa?

A queda inesperada que acendeu um alerta nacional na Imobilização Ortopédica

A derrubada do canal oficial da ASTEGE no YouTube surpreendeu milhares de profissionais em todo o Brasil e levantou um sinal vermelho sobre a tentativa de silenciamento institucional num momento crucial para a Imobilização Ortopédica.

O canal, que há muitos anos funcionava como um dos principais meios de orientação pública, informação, denúncias, defesa profissional e disseminação de conhecimento técnico, foi subitamente bloqueado, prejudicando associados, estudantes, técnicos e estabelecimentos, bem como toda a comunidade que depende daquele conteúdo para se manter atualizada e protegida.



Por que isso é tão grave: impacto violento para a categoria

Um ataque que afeta trabalhadores, alunos e instituições

A interrupção das atividades do canal não é apenas um problema técnico. Representa:

  • Interrupção do acesso à informação essencial
  • Risco à continuidade de orientações sobre regularização profissional
  • Prejuízo ao processo de formação e capacitação da categoria
  • Desestabilização institucional em um momento de regulamentação estadual e nacional

O bloqueio atinge, sobretudo, trabalhadores que atuam na prática e dependem desses canais para manter sua documentação regular, enquanto muitos Estados e Cidades iniciam processos de regulamentação e concursos que começam a exigir formação reconhecida pelo MEC.



O que está por trás do bloqueio: sinais de perseguição e desinformação

Manipulação de informações, denúncias infundadas e ataques repetidos à ASTEGE

Segundo documentos, registros jurídicos e análises internas, a queda do canal ocorreu após uma série de:

  • denúncias maliciosas,
  • difamações na internet,
  • informações incompletas,
  • alegações inconsistentes,
  • tentativas recorrentes de descredibilizar instituições da imobilização,
  • ataques digitais coordenados,
  • distorções de fatos envolvendo diretores e entidades da área.

Essas ações já vêm sendo monitoradas há anos, com indícios de articulação organizada para causar instabilidade institucional.

Há, inclusive, casos anteriores envolvendo os mesmos agentes, reforçando o que juristas chamam de padrão de comportamento lesivo e persecutório, com potencial violação de direitos de imagem, honra e atividade institucional legítima.



Risco jurídico e social: por que o caso preocupa especialistas

O contexto que reforça o Fumus Boni Iuris e o Periculum in Mora

A análise técnica enviada ao corpo jurídico destaca dois elementos fundamentais:

1. Fumus Boni Iuris (Fumaça do bom direito)

provas claras de que o canal cumpria função pública e institucional legítima, com milhares de conteúdos educacionais, informativos e de proteção profissional.

2. Periculum in Mora (Perigo da demora)

A cada dia que o canal permanece fora do ar:

  • profissionais perdem acesso a orientações essenciais;
  • alunos ficam sem suporte;
  • processos de regularização são prejudicados;
  • a categoria fica mais vulnerável a golpes, desinformação e oportunistas.

Esse conjunto fortalece o pedido de reconsideração já encaminhado.



O que a ASTEGE já fez: respostas rápidas para proteger a categoria

Ações imediatas após o bloqueio

Assim que o canal caiu, a ASTEGE:

  • Entrou com petição formal de reconsideração junto à plataforma.
  • Abriu relatórios técnicos detalhando cada irregularidade na denúncia.
  • Mobilizou juristas, técnicos e analistas digitais para apoio.
  • Publicou comunicados oficiais para evitar desinformação.
  • Reforçou canais alternativos de comunicação com associados.

Todo o material já foi protocolado, documentado e anexado em procedimento jurídico apropriado e outras ações neste sentido estão para ser tomadas pelos próximos dias.



Por que este caso vai além da ASTEGE: é sobre causar prejuízo e problemas a toda uma categoria

Um ataque ao acesso à informação pode reforçar desigualdades

A Imobilização Ortopédica é exercida majoritariamente por:

  • trabalhadores práticos,
  • profissionais que enfrentam péssimas condições de trabalho,
  • profissionais com salários considerados indignos em várias partes do Brasil,
  • pessoas que dependem de capacitação acessível,
  • técnicos que já enfrentam desvalorização histórica.

Quando um canal institucional é derrubado, quem mais sofre é quem mais precisa dele, ou seja: A CATEGORIA.

Esse é o motivo pelo qual a situação é tratada como urgência institucional, não como um mero problema digital.



O que vem agora: próximos passos, medidas legais e reconstrução

A ASTEGE não vai recuar

As próximas etapas incluem:

  • acompanhamento contínuo da análise da plataforma,
  • eventual ampliação de medidas administrativas e jurídicas,
  • reestruturação técnica para evitar novos ataques,
  • retomada progressiva dos conteúdos, inclusive em novos formatos,
  • construção de um sistema de redundância informativa para impedir nova vulnerabilidade.

A entidade também prepara relatórios públicos para que os profissionais entendam com transparência cada etapa do processo.



Como os profissionais podem se proteger neste momento

3 medidas simples e imediatas

  1. Seguir os demais canais oficiais da ASTEGE
    (Instagram, o canal da Imobilização Ortopédica do Brasil no WhatsApp, o site e o Canal do Youtube do Conselho da Imobilização Ortopédica do Brasil, o CONDIO-BR e canais de colaboradores que nos divulgam).
  2. Evitar informações não oficiais, principalmente de perfis anônimos, de entidades, ecolas ou empresas que foram denunciadas ao Ministério Público e indiciados criminalmente, ou que historicamente divulgam desinformação.
  3. Registrar em nosso suporte de whatsapp (11) 96085-4977, qualquer indício de ataque, calúnia, difamação ou tentativa de golpe.

    Cada relato fortalece os processos e amplia a proteção da categoria.

Conclusão: a tentativa de silenciar a Imobilização Ortopédica e a ASTEGE não vai prosperar

A queda do canal não foi apenas um episódio técnico, mas foi um alerta.
E, como em toda grande mudança, esse momento expôs:

  • quem realmente defende a categoria,
  • quem lucra com a confusão,
  • quem tenta manipular trabalhadores vulneráveis,
  • Quem quer calar as denúncias que sempre fomos firmes ao fazer e provar.

A ASTEGE reafirma seu compromisso com transparência, defesa institucional, formação segura e com a missão de proteger a Imobilização Ortopédica no Brasil.

Nada ficará sem resposta.
Nada ficará sem explicação.
E nenhum profissional ficará desamparado.


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Profissionais de Imobilização em Alerta

Profissionais de Imobilização Ortopédica Enfrentam Nova Pressão: Tendência de Aumento da Exigência de Cursos Reconhecidos pelo MEC em 2026.

Setor da saúde começa a endurecer critérios de contratação e especialistas alertam: quem não se antecipar pode ficar para trás.

Um movimento silencioso, porém cada vez mais evidente, está começando a preocupar quem atua na Imobilização Ortopédica em todo o Brasil. Hospitais, clínicas, empresas terceirizadas e até concursos públicos têm sinalizado que a partir de 2026 a prioridade será dada para profissionais com cursos reconhecidos pelo MEC.

Várias instituições já vêm adotando internamente critérios mais rígidos para seleção e contratação de Profissionais da Imobilização Ortopédica e o impacto pode ser grande para quem atua na área sem formação regulamentada pelo Ministério da Educação.


Por que isso está acontecendo agora?

Mercado mais competitivo e novas regras governamentais

Especialistas afirmam que diversos setores da saúde estão se ajustando a padrões mais elevados de qualificação. O objetivo é reduzir riscos, melhorar auditorias internas e alinhar equipes às normas educacionais exigidas pelo governo em vários processos seletivos.

Isso significa que, mesmo que a profissão permita outras formas de formação hoje, as instituições podem decidir contratar apenas quem possui comprovação validada pelo MEC.


O alerta para 2026: “Quem deixar para depois pode não conseguir acompanhar”

Embora nada mude para quem já trabalha na área no momento atual, a tendência para os próximos anos é clara:
cada vez mais as instituições devem exigir a formação reconhecida pelo MEC.

Esse cenário cria um risco real para quem deixar para regularizar sua situação só quando a exigência bater à porta porque:

  • As turmas podem lotar rapidamente
  • Os preços tendem a subir conforme a demanda aumenta
  • Concursos e empresas podem exigir o MEC de uma hora para outra
  • E, quando isso ocorrer, não haverá como correr atrás de última hora

Oportunidade para quem quer se antecipar

Curso Reconhecido pelo MEC, com estudo EAD e estágio na própria cidade

Para atender à demanda crescente, está sendo disponibilizado um curso 100% reconhecido pelo Ministério da Educação, com:

  • Aulas EAD
  • Estágio presencial autorizado na cidade do aluno
  • Aproveitamento do que o participante já sabe na prática
  • Certificação válida em todo o território nacional

A proposta foi estruturada especialmente para quem precisa atualizar-se rápido, sem refazer tudo do zero.


Vagas extremamente limitadas e aumento de preços já confirmado

Apenas 150 vagas para o Brasil inteiro e mais de 60% de desconto — por tempo curto

Segundo a coordenação responsável, as turmas atuais estão sendo abertas no total com:

  • Somente 150 vagas disponíveis nacionalmente
  • Desconto superior a 60%
  • Aumento de preço já confirmado para os próximos dias
  • Procura elevada por causa das mudanças previstas para 2026

Ou seja: a combinação de demanda alta + preço promocional + limite de vagas cria um cenário onde a decisão precisa ser rápida.


Decisão estratégica: antecipar-se agora ou arriscar ficar para trás

Profissionais da área têm duas opções:

  1. Aproveitar o momento em que ainda há vagas, desconto e facilidade de matrícula, garantindo a formação reconhecida pelo MEC antes que a exigência se torne padrão.
  2. Ou esperar as instituições começarem a cobrar exclusivamente formação MEC, enfrentando preços mais altos, vagas disputadas e risco real de desclassificação em seleções e concursos.

Desejamos que você saia na frente em 2026 e conquiste seu certificado reconhecido pelo MEC.

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