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SECRETARIA DE SAÚDE PUBLICA BLOQUEIO A DOCUMENTOS DA ASTEGO E DESMENTE NARRATIVA DE QUE “NADA MUDOU”

A Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (SESA-ES) publicou oficialmente, no dia 21 de maio de 2026, o Comunicado nº 03/2026, determinando que documentos emitidos pela associação ASTEGO que em tese vinha se passando por “órgão” deixem de ser aceitos para o cargo de Técnico de Imobilização Ortopédica.

Após decisão judicial e comunicado oficial da Secretaria de Saúde, a ASTEGO divulgou uma “Nota Oficial de Esclarecimento” afirmando categoricamente aos profissionais que:

“NADA MUDA na rotina de vocês Técnicos de Imobilização Ortopédica: TODOS DEVEM CONTINUAR TRABALHANDO NORMALMENTE.”

A nota também afirmou que a divulgação da decisão judicial seria “terrorismo psicológico”, além de sustentar que a liminar seria apenas uma medida “provisória”.

Entretanto, a própria Secretaria de Saúde do Espírito Santo passou a cumprir formalmente a determinação judicial, publicando ato oficial proibindo a aceitação dos documentos emitidos pela entidade para fins funcionais no serviço público estadual.

https://selecao.es.gov.br/processo-seletivo/c88889fc-347c-4d51-9831-93570260154d/sesa-edital-n-0042026-processo-seletivo-simplificado-nivel-fundamental-medio-medio-tecnico

LIMINAR POSSUI CUMPRIMENTO IMEDIATO

Embora decisões liminares sejam passíveis de recurso, possuem eficácia imediata enquanto não forem suspensas ou reformadas por instância superior.

No caso concreto, a decisão judicial produziu efeitos administrativos reais, culminando na publicação oficial da SESA-ES.

Na prática, isso significa que profissionais que tentarem utilizar documentos emitidos pela ASTEGO para fins de habilitação funcional no âmbito estadual poderão enfrentar recusa administrativa, independentemente da existência futura de recurso.

O QUE A JUSTIÇA DETERMINOU

A decisão judicial proibiu a ASTEGO de utilizar expressões típicas de órgãos públicos ou conselhos profissionais, entre elas:

  • “registro profissional”;
  • “habilitação profissional”;
  • “órgão de classe”;
  • “suspensão do exercício”;
  • “habilita o profissional ao exercício da profissão”.

Além disso, o Estado do Espírito Santo foi expressamente obrigado a não aceitar documentos emitidos pela entidade como comprovação de habilitação profissional perante a Administração Pública.

Segundo a fundamentação judicial e o parecer do Ministério Público, a ASTEGO não possui competência legal para exercer funções típicas de conselho profissional ou poder de polícia administrativa.

MINISTÉRIO PÚBLICO JÁ HAVIA ALERTADO SOBRE O RISCO DE CONFUSÃO DOCUMENTAL

Em parecer juntado aos autos antes da decisão liminar, o Ministério Público apontou que documentos emitidos pela entidade poderiam induzir gestores públicos, hospitais e instituições ao erro quanto à existência de habilitação profissional oficial.

O parecer ministerial destacou preocupações envolvendo:

  • aparência de legitimidade estatal;
  • potencial indução da Administração Pública ao erro;
  • insegurança jurídica;
  • impactos na saúde pública;
  • risco funcional para trabalhadores e instituições.

Posteriormente, parte desses fundamentos foi acolhida pelo Poder Judiciário.

COMUNICADO DA SESA REFORÇA QUE A DECISÃO ESTÁ PRODUZINDO EFEITOS CONCRETOS

A publicação do Comunicado nº 03/2026 demonstra que o caso ultrapassou o campo do debate interpretativo e passou a gerar efeitos administrativos concretos no serviço público estadual.

Especialistas consultados pela reportagem apontam que decisões judiciais dessa natureza exigem cumprimento imediato pelos órgãos públicos envolvidos, salvo eventual suspensão posterior pelo Tribunal competente.

A orientação geral é que profissionais, instituições de saúde e departamentos de RH consultem cuidadosamente os requisitos legais e documentais exigidos para cada vínculo funcional.

TRANSPARÊNCIA E CONSULTA PÚBLICA

O processo tramita publicamente no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e pode ser consultado por qualquer cidadão.

Dados do processo

  • Processo nº 5011660-24.2026.8.08.0024
  • 4ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Vitória/ES
  • Tribunal de Justiça do Espírito Santo – PJe

Consulta pública

https://pje.tjes.jus.br/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam
SITE ASTEGE - IMAGENS POST LIMINAR ASTEGO ES DEF 3

JUSTIÇA PROÍBE ASTEGO DE EMITIR CARTEIRAS E CERTIDÕES COMO “REGISTRO PROFISSIONAL” E VEDA ACEITAÇÃO DE DOCUMENTOS PELO PODER PÚBLICO

Conforme levantamento feito pela ASTEGE, esta é a primeira decisão na história da imobilização ortopédica no Brasil. A determinação judicial proíbe a ASTEGO de usar terminologias típicas de conselhos de classe como “órgão de classe”, “registro profissional”, “habilitação profissional” e “suspensão do exercício”, e proíbe ao Estado do ES a aceitação de carteiras, certidões e certificados da entidade como comprovação de habilitação profissional. Com multas que podem chegar a R$ 20 mil por dia e pedido de R$ 100 mil em danos morais coletivos, o caso pode servir de precedente para análises semelhantes em outros Estados do País, onde medidas correlatas podem ser adotadas a qualquer momento.

Decisão judicial determina retirada de expressões e documentos

Uma decisão judicial em âmbito estadual determinou que a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS TÉCNICOS EM IMOBILIZAÇÕES ORTOPÉDICAS (ASTEGO) remova, de documentos, sites, redes sociais e comunicações institucionais, as expressões que induzam à ideia de órgão público ou conselho profissional, tais como:

Expressões vedadas pela decisão

• “órgão”;
• “registro profissional”;
• “habilitação profissional”;
• “suspensão do exercício”;
• “habilita o profissional ao exercício da profissão”.

Conforme a fundamentação da decisão, baseada em parecer favorável do Ministério Público local, a ASTEGO, em tese, não detém competência legal para exercer poder de polícia administrativa. Por essa razão, a medida judicial veda o uso de expressões como “registro profissional” e “habilitação profissional”, bem como a conferência de habilitação profissional com efeitos equivalentes aos atribuídos por lei a conselhos profissionais ou órgãos públicos competentes.

Além disso, o Estado onde a ação foi ajuizada foi determinado a abster-se de aceitar documentos emitidos pela ASTEGO como comprovante de habilitação profissional para investidura, permanência ou regularização funcional de servidores, ressalvada a obrigação da Administração de observar os requisitos legalmente previstos para verificação de títulos e certificados.

Multas e responsabilização

O processo também pleiteia reparação por dano moral coletivo no valor de R$ 100.000,00, cujo pleito de indisponibilidade de bens foi, por ora, reservado para análise futura, conforme fundamentação da magistrada.

Valores das multas fixadas

A liminar estabelece multa diária de:

• R$ 5.000,00 caso a ASTEGO não remova, no prazo de 48 horas, de seu site e canais oficiais, afirmações de que “habilita o profissional ao exercício da profissão”;

• R$ 20.000,00 caso não publique, em 5 dias, aviso corretivo destacando que “NÃO é um órgão de classe”.

Contexto e desdobramentos

A ação foi ajuizada pela ASTEGE (Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos em Imobilizações Ortopédicas) e tem como objeto a proteção da saúde pública, da regularidade funcional e da concorrência leal no setor de imobilização ortopédica, diante da emissão de documentos por entidade privada sem respaldo legal, induzindo terceiros a acreditar que se trata de órgão de classe, o que não é verdade.

A decisão do Espírito Santo ocorre em um contexto de crescentes providências e denúncias envolvendo órgãos como Vigilância Sanitária, Conselhos de Medicina e Enfermagem, Ministério Público do Trabalho e Polícias Civis, todos voltados à apuração de irregularidades na emissão de certificados e carteiras com aparência de habilitação oficial, prática que, segundo a decisão, pode colocar em risco a segurança dos serviços públicos de saúde.

Transparência e fontes públicas

Esta notícia baseia-se exclusivamente em documentos públicos e decisões judiciais disponíveis no PJe do Tribunal de Justiça, acessíveis a qualquer cidadão mediante consulta processual.

Consulta pública do processo

O Espírito Santo é, até o momento, a unidade da federação onde esta decisão específica foi proferida. O processo pode ser consultado publicamente sob o nº 5011660-24.2026.8.08.0024, na 4ª Vara de Fazenda Pública Estadual de Vitória.

A ASTEGE reafirma seu compromisso com a informação qualificada, a defesa da saúde pública e a valorização ética da categoria de Técnicos em Imobilizações Ortopédicas, colocando-se à disposição para esclarecimentos adicionais com base em fontes oficiais.

Para consulta pública

Processo nº 5011660-24.2026.8.08.0024
Tribunal de Justiça do Espírito Santo – PJe
Link para consulta de documentos: https://pje.tjes.jus.br/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam

Autoria

Por Wlademyr Mendes – Presidente Nacional da ASTEGE e Jornalista Independente – MTE 0068396/SP
Notícia baseada em documentos públicos. Eventuais esclarecimentos da parte interessada serão publicados nos termos da legislação vigente.

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Ministério Público apresenta Parecer contra a ASTEGO e aponta irregularidades em documentos profissionais.

O Ministério Público formalizou um parecer em ação judicial que questiona a legalidade da emissão de carteiras, certidões e certificados pela ASTEGO com aparência de habilitação profissional ou simulando ser órgão de classe. A manifestação ministerial aponta que tais documentos podem induzir ao erro, colocando em risco instituições de saúde, concursos públicos e a própria segurança do paciente. O caso gera um alerta imediato para hospitais e profissionais que utilizam esses registros como prova de regularidade técnica.

O que está em discussão no processo contra a ASTEGO?

O Ministério Público sustenta que a ASTEGO deve cessar imediatamente a emissão de documentos que simulem registros ou habilitações profissionais. Segundo o parecer, a prática mantida pela entidade pode configurar exercício indevido de atividade típica de órgão público.

Caso o Judiciário acolha a tese ministerial, certificados e carteiras já distribuídos podem ser considerados irregulares, gerando insegurança jurídica para clínicas, hospitais e profissionais que dependem desses papéis para comprovar qualificação.

Entenda os riscos das carteiras e certidões como tem sido emitidas pela ASTEGO

A questão central levantada pelo MP é jurídica: uma associação privada não possui poder estatal para atuar como conselho de classe. A utilização de termos como “Registro Profissional”, “Habilitação” e “Suspensão”, dentre outros utilizados pela ASTEGO em publicidades e documentos, é exclusiva de entes com competência Estatal e Poder de Polícia.

O impacto na Saúde Pública e nos postos de saúde

Para o Ministério Público, a semântica utilizada pela entidade não é apenas um erro de comunicação, mas uma conduta que pode induzir a Administração Pública ao erro. O parecer alerta: “Se documentos sem respaldo legal estão sendo aceitos para manter pessoas em funções de saúde, o risco atinge direto os pacientes e a qualidade do atendimento”.

Quais as consequências se a Justiça aceitar o parecer do Ministério Público?

A confirmação judicial desta tese pode desencadear um efeito dominó no setor de imobilização ortopédica:

  • Recusa em editais: Carteiras e certificados da ASTEGO podem ser invalidados em concursos e processos seletivos;
  • Responsabilidade trabalhista: Profissionais que validam sua atuação exclusivamente por esses meios podem ser obrigados a comprovar qualificação via órgãos oficiais;
  • Revisão em escolas técnico-profissionais: Cursos que indicam a entidade como certificadora precisarão revisar suas práticas pedagógicas;
  • Correção de nomenclatura: A entidade poderá ser obrigada a alterar canais oficiais e emitir avisos corretivos publicamente.

Incerteza jurídica para quem já possui alguns destes documentos

Enquanto não há decisão definitiva, o cenário é de risco. Na área da saúde, documentos de legitimidade duvidosa podem resultar em responsabilidade civil, administrativa e até criminal para contratantes e contratados. A fragilidade documental pode comprometer vínculos empregatícios “da noite para o dia”.

Sigilo estratégico

A ASTEGE optou por não divulgar o estado onde a ação tramita e nem o número do processo por uma questão de responsabilidade investigativa. Como existem apurações em múltiplas unidades da federação, a revelação precoce poderia comprometer o trabalho dos órgãos de controle e permitir manobras evasivas. Nosso compromisso é com a informação que protege a categoria, a poulação e as pessoas jurídicas, sem atrapalhar a justiça.

Orientações aos profissionais e gestores de RH

A imobilização ortopédica é um ato técnico de saúde. Documentos sem amparo legal enfraquecem a categoria e expõem instituições a riscos evitáveis.

Recomendações para hospitais e diretores de cursos

É fundamental que gestores de RH, coordenadores de cursos e diretores de escolas técnicos-profissionais tomem ciência destes fatos. A conformidade legal não é opcional na saúde; é a base da nossa sobrevivência profissional.

Desdobramentos deste caso serão publicados neste e outros canais de comunicação para a informação de todos.

Reportagem baseada em documentos públicos e manifestações oficiais do Ministério Público. Vários outros documentos estão em em posse da ASTEGE e à disposição das autoridades competentes. A entidade se coloca à disposição para publicar eventuais esclarecimentos da parte interessada, nos termos da legislação vigente.

Por Wlademyr Mendes – Presidente da ASTEGE e Jornalista Independente – MTE 0068396/SP.

Alerta Geral Na Imobilização

ALERTA GERAL NA IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA!

Entidade privada que promete “habilitação profissional” volta ao centro de denúncias e investigações

Representações foram encaminhadas ao Ministério Público, Polícia Civil, conselhos profissionais e vigilâncias sanitárias. O caso envolve emissão de documentos, oferta de cursos e possível indução em erro de profissionais, órgãos públicos e empresas privadas.


SÃO PAULO — Associação privada volta ao centro das investigações

SÃO PAULO — Uma associação privada que atua na área de imobilização ortopédica voltou ao centro das atenções após novas representações protocoladas junto ao Ministério Público, Polícia Civil, CREMESP (Conselho Regional de Medicina de São Paulo), COREN-SP (Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo), órgãos de Vigilância Sanitária e outros similares.

Além das autoridades, escolas profissionalizantes, hospitais e operadoras de saúde mencionados em materiais de divulgação também foram oficialmente comunicados para esclarecimentos. As apurações estão em andamento.


Histórico de questionamentos se estende por mais de duas décadas

Documentos protocolados indicam que, desde aproximadamente 2003, surgem questionamentos envolvendo emissão de carteiras e certidões associativas, uso da expressão “órgão” em comunicações institucionais e declarações que poderiam sugerir habilitação profissional.

Em 2008, houve formalização de denúncias no Ministério Público de São Paulo. Entre 2009 e 2018, segundo registros apresentados nas representações, a entidade teria emitido documentos que, na visão dos denunciantes, poderiam dar a entender que se tratava de órgão oficial, embora sua natureza jurídica seja de associação privada.

Entre 2024 e 2025, membros da diretoria foram investigados e houve indiciamento em processo criminal. Em 2026, novas denúncias ampliaram o alcance das apurações. As autoridades analisam os fatos.


Entidade privada usa linguagem de “órgão público” e gera debate sobre natureza jurídica

Certidões analisadas utilizam expressões como “regular perante este órgão”, “habilita ao exercício profissional” e outras semelhantes. Segundo as representações, esse tipo de linguagem pode gerar dúvida em profissionais e empregadores sobre a natureza jurídica da entidade.

Especialistas lembram que associações privadas não substituem conselhos profissionais criados por lei federal. A análise sobre eventual indução em erro está sob responsabilidade das autoridades competentes.


Cursos sob análise: procedimentos que podem ultrapassar limites técnicos

Entre os novos fatos comunicados está a oferta de cursos envolvendo suturas, reduções e técnicas relacionadas à cirurgia da mão. Segundo os denunciantes, esses conteúdos poderiam ultrapassar os limites técnicos da imobilização ortopédica e alcançar áreas tradicionalmente vinculadas à enfermagem e à medicina.

Pareceres já emitidos por conselhos profissionais citando a associação denunciada, como o COREN-SP, são citados nas representações como referência técnica para essa discussão.

Impacto para profissionais

Se confirmadas irregularidades, profissionais ligados a essa entidade, podem investir dinheiro em cursos que não tenham validade reconhecida, enfrentar questionamentos legais sobre atos praticados ou ter problemas administrativos em vínculos públicos ou privados.

Impacto para pacientes

Caso haja atuação fora dos limites legais, pode haver risco à saúde da população, questionamento sobre qualificação técnica e insegurança jurídica. Esses pontos estão sob apuração.


Instituições citadas em materiais de divulgação foram comunicadas

Materiais promocionais divulgam a atuação de instrutor identificado como D.S. Cunha, técnico de gesso hospitalar, associando sua experiência a instituições hospitalares conhecidas para captar alunos. Entre os nomes mencionados em peças públicas estão renomados Hospitais de São Paulo e escolas profissionalizantes no ABC Paulista. Instituições de ensino envolvidas com a entidade denunciada também são objeto de investigação em outros estados da federação, além de São Paulo.

Essas instituições foram consultadas para esclarecimentos sobre autorização de uso de seus nomes, eventual vínculo institucional e protocolos internos sobre habilitação profissional. Até o fechamento desta edição, aguarda-se manifestação.


Escolas profissionalizantes também sob investigação

Representações também apontam que cursos investigados teriam sido realizados em dependências de escolas profissionalizantes noi ABC Paulista. Caso as autoridades entendam que houve irregularidade, essas instituições poderão ser chamadas a prestar esclarecimentos. Uma delas já teria sido notificada em procedimentos anteriores do Ministério Público. As apurações seguem.


Caso do Espírito Santo reacende debate sobre documentos duvidosos

O episódio mais recente envolve uma servidora da Secretaria de Saúde do Espírito Santo. Segundo representação protocolada, a documentação apresentada para exercício do cargo público parece ser falsa. Para esta mesma servidora suspeita-se que a entidade sob denúncia emitiu documento a jato para manter a servidora no cargo. O que também está sendo investigado pelas autoridades.


Caso supera disputa entre entidades e envolve saúde e interesse público

Segundo as representações, o caso pode envolver confiança pública, segurança assistencial, regularidade documental e responsabilidade de escolas e instituições. Se confirmadas irregularidades, podem existir consequências administrativas, civis e criminais. Tudo depende da conclusão das investigações.


Direito de resposta e transparência

A associação mencionada, o profissional citado, as escolas e as instituições hospitalares têm espaço aberto para manifestação. Esclarecimentos podem ser enviados para secretarianacional@astege.org.br. As manifestações serão analisadas e publicadas.


Participação do leitor

Se você é profissional da área e já teve dúvida sobre o que realmente pode fazer, ou já recebeu promessa de “habilitação”, registro de “órgão de classe” da imobilização ortopédica ou “registro a jato”, ou se é paciente e já se perguntou quem está autorizado a realizar certos procedimentos, compartilhe sua experiência conosco pelo WhatsApp (11) 96085-4977. A informação protege quem trabalha corretamente e quem precisa de cuidado.


Esta reportagem foi elaborada com base em documentos públicos, representações protocoladas junto a órgãos oficiais e fontes identificadas. Todas as partes citadas têm direito de resposta garantido, conforme previsto em lei.


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RECESSO DE FINAL DE ANO DA ASTEGE

🎄✨ 📅 24 e 25/12/2024: O atendimento via WhatsApp estará indisponível. Contudo, os serviços essenciais permanecerão ativos de forma digital.

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📍 26, 27 e 30/12/2024: Plantão especial, das 13h às 17h.
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DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO
ASTEGE NACIONAL
Imobilização Ortopédica Elevada a Nível Superior!

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Imobilização Ortopédica perde Milton Gomes, referência histórica na luta sindical, técnica e na formação profissional

A Imobilização Ortopédica brasileira se despede de um de seus nomes mais representativos. Faleceu Milton Gomes da Silva, aos 66 anos, técnico de imobilização ortopédica cuja trajetória se confunde com a própria história da categoria no Brasil na luta por reconhecimento e valorização.

Milton foi mais do que um profissional experiente. Foi uma voz ativa, um articulador incansável e um defensor firme da dignidade dos técnicos de imobilização ortopédica, especialmente em momentos em que a categoria mais precisou de união, escuta e representação.

Uma vida dedicada à Imobilização Ortopédica e categorias da saúde

Com mais de duas décadas de atuação, Milton Gomes construiu uma trajetória sólida na prática profissional, no ensino técnico, na formação de novos profissionais e na atuação sindical, sempre com foco na valorização da Imobilização Ortopédica como área essencial da saúde.

Atuou como instrutor e professor, participou de cursos e treinamentos técnicos, e esteve presente em debates fundamentais para o avanço da profissão, incluindo discussões sobre Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) e a luta histórica pela regulamentação federal da profissão.

Sua atuação nunca foi silenciosa. Milton acreditava que a Imobilização Ortopédica precisava ocupar espaços, ser ouvida e reconhecida como merece.

Mais do que os cargos, Milton destacou-se pelo compromisso com quem estava na base da saúde, ou seja, estudantes, técnicos e trabalhadores já atuantes, defendendo que enfermagem e cuidadores ocupassem espaços de decisão, reconhecimento e voz política. Autodefinia-se como um “soldado” da categoria, convicto de que nenhuma transformação real acontece sem organização, união e participação ativa. Nesse espírito, colaborou diretamente na construção de entidades como a ABCI e o Movimento dos Ativistas da Enfermagem Brasileira (MAE), além de manter atuação política desde a fundação do Partido Solidariedade, sempre sustentando a ideia de que os profissionais do cuidado precisavam ser protagonistas de sua própria história.

Relação com a ASTEGE e trabalhos conjuntos pela Imobilização Ortopédica

Ao longo dos anos, Milton Gomes manteve contato direto, diálogo institucional e ações conjuntas com a Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos de Imobilizações Ortopédicas (ASTEGE) e com seu presidente nacional, Wladmyr Mendes.

Esses encontros e articulações envolveram debates sobre formação profissional, organização da categoria, qualificação técnica, defesa institucional e caminhos para o fortalecimento da Imobilização Ortopédica no Brasil, especialmente em momentos sensíveis, nos quais muitos profissionais se sentiam desamparados ou sem representação efetiva.

Um legado que não pode ser apagado

Milton Gomes pertence a uma geração de técnicos que abriu caminhos, muitas vezes sem reconhecimento imediato, enfrentando dificuldades institucionais e políticas para que hoje a Imobilização Ortopédica pudesse avançar em organização, ensino e visibilidade.

Sua partida deixa um sentimento coletivo de perda profunda, não apenas de um profissional experiente, mas de alguém que carregava a história, as dores e as esperanças de uma categoria que, por vezes, se sentiu órfã de escuta e representação.

Ainda assim, seu legado permanece vivo naqueles que formou, nos profissionais que ajudou a orientar e nas lutas que não abandonou, mesmo quando o silêncio parecia mais confortável para outros.

Nota institucional de pesar

A ASTEGE manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Milton Gomes da Silva e se solidariza com seus familiares, amigos e colegas de profissão. Seu nome permanece registrado na história da Imobilização Ortopédica brasileira como símbolo de resistência, compromisso e dedicação à categoria.

Que sua trajetória sirva de lembrança permanente de que nenhuma profissão avança sem memória, sem coragem e sem pessoas dispostas a lutar, mesmo quando isso tem um custo pessoal alto.

Milton Gomes deixa um vazio, mas também deixa responsabilidade: a de não permitir que sua história seja esquecida.

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ASTEGE NACIONAL
Imobilização Ortopédica Elevada a Nível Superior!

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Vice-presidente nacional da ASTEGE é nomeado membro efetivo de Comissão do Conselho Federal de Radiologia (CONTER)

Nomeação fortalece a presença institucional da ASTEGE em órgão federal

Liderança técnica e política passa a integrar Comissão de Inteligência Institucional do CONTER

A Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos de Imobilizações Ortopédicas (ASTEGE) celebra, com grande orgulho institucional, a nomeação do seu Diretor Vice-Presidente, Antônio Marcos Bonifácio de Souza, como membro efetivo da Comissão de Inteligência Institucional (CII) do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER), conforme Portaria CONTER nº 132, de 12 de novembro de 2025.

A nomeação representa um reconhecimento formal, em âmbito federal, da trajetória, da capacidade técnica e da envergadura institucional de Antônio Bonifácio, reforçando o protagonismo da ASTEGE nos espaços mais elevados de formulação, governança e inteligência estratégica dos Conselhos de Fiscalização Profissional no Brasil.

Comissão estratégica, atuação nacional

A Comissão de Inteligência Institucional do CONTER possui atribuições altamente sensíveis e estratégicas, voltadas à análise de dados administrativos, funcionais, financeiros, cadastrais e jurídicos, com foco no fortalecimento da governança, da transparência, da eficiência administrativa e do controle interno do sistema CONTER/CRTRs.

Trata-se de uma comissão criada para atender às exigências modernas de integridade institucional, inteligência decisória e responsabilidade pública, reunindo profissionais com histórico comprovado de atuação ética, técnica e estratégica.

Uma trajetória que credencia

Antônio Marcos Bonifácio é uma figura amplamente conhecida e respeitada no campo da saúde, especialmente no Estado do Espírito Santo, onde já exerceu mandato como vereador, recebeu honrarias em diversos municípios e construiu uma trajetória marcada pela seriedade, pelo compromisso público e pela defesa qualificada das categorias técnicas.

Além de sua atuação política e institucional, Bonifácio é instrutor em aplicação de técnicas de imobilizações ortopédicas, Diretor Vice-Presidente Nacional da ASTEGE e membro efetivo do Conselho Deliberativo da Imobilização Ortopédica do Brasil, o que consolida sua posição como uma liderança técnica e institucional de alcance nacional.

Sua presença como membro efetivo de uma comissão federal do CONTER não é circunstancial: é consequência direta de um histórico sólido, construído com trabalho real, entrega técnica e responsabilidade institucional, não com aparições protocolares ou agendas vazias.

ASTEGE: ocupando espaços reais de poder técnico

A nomeação de Antônio Bonifácio reafirma uma diferença institucional clara: a ASTEGE não apenas dialoga com os órgãos federais, mas participa ativamente da construção das decisões.

Enquanto tem associação que se limita a atacar o nosso trabalho e apenas fazer registros fotográficos de viagens sem objetivo claro ou eficácia comprovada, custeadas por profissionais desavisados, tudo apenas para aparentar atuação real, a ASTEGE consolida sua presença onde efetivamente importa: nas comissões, nos conselhos, nos espaços de inteligência, fiscalização e decisão, com representantes que têm currículo, legitimidade e reconhecimento formal.

Reunião estratégica e podcast com a Presidência do CONTER

A agenda recente que culminou na nomeação também incluiu reunião institucional e a gravação de um podcast com o Presidente do CONTER, TNR Carlos da Silva, descritas como extremamente produtivas e esclarecedoras.

O encontro possibilitou o alinhamento de estratégias, o debate sobre a visão de longo prazo do sistema CONTER e uma troca qualificada de ideias, marcada pela abertura ao diálogo e pela maturidade institucional.

Um marco para a ASTEGE e para a imobilização ortopédica

A presença de um diretor da ASTEGE como membro efetivo de uma comissão federal do CONTER não é apenas uma conquista individual, é um marco coletivo. Representa o avanço da imobilização ortopédica, o fortalecimento da representação técnica e a consolidação da ASTEGE como uma entidade que ocupa espaços de decisão com autoridade, preparo e legitimidade.

ASTEGE segue firme, construindo reputação, patrimônio institucional e reconhecimento nacional com trabalho, não com discurso.

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Imobilização Ortopédica Elevada a Nível Superior!

Derrubada do Youtube pela ASTEGO

Ataque à categoria: canal dos Técnicos de Imobilização sai do ar no YouTube após envio de informações judiciais incompletas. A quem interessa?

A queda inesperada que acendeu um alerta nacional na Imobilização Ortopédica

A derrubada do canal oficial da ASTEGE no YouTube surpreendeu milhares de profissionais em todo o Brasil e levantou um sinal vermelho sobre a tentativa de silenciamento institucional num momento crucial para a Imobilização Ortopédica.

O canal, que há muitos anos funcionava como um dos principais meios de orientação pública, informação, denúncias, defesa profissional e disseminação de conhecimento técnico, foi subitamente bloqueado, prejudicando associados, estudantes, técnicos e estabelecimentos, bem como toda a comunidade que depende daquele conteúdo para se manter atualizada e protegida.



Por que isso é tão grave: impacto violento para a categoria

Um ataque que afeta trabalhadores, alunos e instituições

A interrupção das atividades do canal não é apenas um problema técnico. Representa:

  • Interrupção do acesso à informação essencial
  • Risco à continuidade de orientações sobre regularização profissional
  • Prejuízo ao processo de formação e capacitação da categoria
  • Desestabilização institucional em um momento de regulamentação estadual e nacional

O bloqueio atinge, sobretudo, trabalhadores que atuam na prática e dependem desses canais para manter sua documentação regular, enquanto muitos Estados e Cidades iniciam processos de regulamentação e concursos que começam a exigir formação reconhecida pelo MEC.



O que está por trás do bloqueio: sinais de perseguição e desinformação

Manipulação de informações, denúncias infundadas e ataques repetidos à ASTEGE

Segundo documentos, registros jurídicos e análises internas, a queda do canal ocorreu após uma série de:

  • denúncias maliciosas,
  • difamações na internet,
  • informações incompletas,
  • alegações inconsistentes,
  • tentativas recorrentes de descredibilizar instituições da imobilização,
  • ataques digitais coordenados,
  • distorções de fatos envolvendo diretores e entidades da área.

Essas ações já vêm sendo monitoradas há anos, com indícios de articulação organizada para causar instabilidade institucional.

Há, inclusive, casos anteriores envolvendo os mesmos agentes, reforçando o que juristas chamam de padrão de comportamento lesivo e persecutório, com potencial violação de direitos de imagem, honra e atividade institucional legítima.



Risco jurídico e social: por que o caso preocupa especialistas

O contexto que reforça o Fumus Boni Iuris e o Periculum in Mora

A análise técnica enviada ao corpo jurídico destaca dois elementos fundamentais:

1. Fumus Boni Iuris (Fumaça do bom direito)

provas claras de que o canal cumpria função pública e institucional legítima, com milhares de conteúdos educacionais, informativos e de proteção profissional.

2. Periculum in Mora (Perigo da demora)

A cada dia que o canal permanece fora do ar:

  • profissionais perdem acesso a orientações essenciais;
  • alunos ficam sem suporte;
  • processos de regularização são prejudicados;
  • a categoria fica mais vulnerável a golpes, desinformação e oportunistas.

Esse conjunto fortalece o pedido de reconsideração já encaminhado.



O que a ASTEGE já fez: respostas rápidas para proteger a categoria

Ações imediatas após o bloqueio

Assim que o canal caiu, a ASTEGE:

  • Entrou com petição formal de reconsideração junto à plataforma.
  • Abriu relatórios técnicos detalhando cada irregularidade na denúncia.
  • Mobilizou juristas, técnicos e analistas digitais para apoio.
  • Publicou comunicados oficiais para evitar desinformação.
  • Reforçou canais alternativos de comunicação com associados.

Todo o material já foi protocolado, documentado e anexado em procedimento jurídico apropriado e outras ações neste sentido estão para ser tomadas pelos próximos dias.



Por que este caso vai além da ASTEGE: é sobre causar prejuízo e problemas a toda uma categoria

Um ataque ao acesso à informação pode reforçar desigualdades

A Imobilização Ortopédica é exercida majoritariamente por:

  • trabalhadores práticos,
  • profissionais que enfrentam péssimas condições de trabalho,
  • profissionais com salários considerados indignos em várias partes do Brasil,
  • pessoas que dependem de capacitação acessível,
  • técnicos que já enfrentam desvalorização histórica.

Quando um canal institucional é derrubado, quem mais sofre é quem mais precisa dele, ou seja: A CATEGORIA.

Esse é o motivo pelo qual a situação é tratada como urgência institucional, não como um mero problema digital.



O que vem agora: próximos passos, medidas legais e reconstrução

A ASTEGE não vai recuar

As próximas etapas incluem:

  • acompanhamento contínuo da análise da plataforma,
  • eventual ampliação de medidas administrativas e jurídicas,
  • reestruturação técnica para evitar novos ataques,
  • retomada progressiva dos conteúdos, inclusive em novos formatos,
  • construção de um sistema de redundância informativa para impedir nova vulnerabilidade.

A entidade também prepara relatórios públicos para que os profissionais entendam com transparência cada etapa do processo.



Como os profissionais podem se proteger neste momento

3 medidas simples e imediatas

  1. Seguir os demais canais oficiais da ASTEGE
    (Instagram, o canal da Imobilização Ortopédica do Brasil no WhatsApp, o site e o Canal do Youtube do Conselho da Imobilização Ortopédica do Brasil, o CONDIO-BR e canais de colaboradores que nos divulgam).
  2. Evitar informações não oficiais, principalmente de perfis anônimos, de entidades, ecolas ou empresas que foram denunciadas ao Ministério Público e indiciados criminalmente, ou que historicamente divulgam desinformação.
  3. Registrar em nosso suporte de whatsapp (11) 96085-4977, qualquer indício de ataque, calúnia, difamação ou tentativa de golpe.

    Cada relato fortalece os processos e amplia a proteção da categoria.

Conclusão: a tentativa de silenciar a Imobilização Ortopédica e a ASTEGE não vai prosperar

A queda do canal não foi apenas um episódio técnico, mas foi um alerta.
E, como em toda grande mudança, esse momento expôs:

  • quem realmente defende a categoria,
  • quem lucra com a confusão,
  • quem tenta manipular trabalhadores vulneráveis,
  • Quem quer calar as denúncias que sempre fomos firmes ao fazer e provar.

A ASTEGE reafirma seu compromisso com transparência, defesa institucional, formação segura e com a missão de proteger a Imobilização Ortopédica no Brasil.

Nada ficará sem resposta.
Nada ficará sem explicação.
E nenhum profissional ficará desamparado.


DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO
ASTEGE NACIONAL
Imobilização Ortopédica Elevada a Nível Superior!

Profissionais de Imobilização em Alerta

Profissionais de Imobilização Ortopédica Enfrentam Nova Pressão: Tendência de Aumento da Exigência de Cursos Reconhecidos pelo MEC em 2026.

Setor da saúde começa a endurecer critérios de contratação e especialistas alertam: quem não se antecipar pode ficar para trás.

Um movimento silencioso, porém cada vez mais evidente, está começando a preocupar quem atua na Imobilização Ortopédica em todo o Brasil. Hospitais, clínicas, empresas terceirizadas e até concursos públicos têm sinalizado que a partir de 2026 a prioridade será dada para profissionais com cursos reconhecidos pelo MEC.

Várias instituições já vêm adotando internamente critérios mais rígidos para seleção e contratação de Profissionais da Imobilização Ortopédica e o impacto pode ser grande para quem atua na área sem formação regulamentada pelo Ministério da Educação.


Por que isso está acontecendo agora?

Mercado mais competitivo e novas regras governamentais

Especialistas afirmam que diversos setores da saúde estão se ajustando a padrões mais elevados de qualificação. O objetivo é reduzir riscos, melhorar auditorias internas e alinhar equipes às normas educacionais exigidas pelo governo em vários processos seletivos.

Isso significa que, mesmo que a profissão permita outras formas de formação hoje, as instituições podem decidir contratar apenas quem possui comprovação validada pelo MEC.


O alerta para 2026: “Quem deixar para depois pode não conseguir acompanhar”

Embora nada mude para quem já trabalha na área no momento atual, a tendência para os próximos anos é clara:
cada vez mais as instituições devem exigir a formação reconhecida pelo MEC.

Esse cenário cria um risco real para quem deixar para regularizar sua situação só quando a exigência bater à porta porque:

  • As turmas podem lotar rapidamente
  • Os preços tendem a subir conforme a demanda aumenta
  • Concursos e empresas podem exigir o MEC de uma hora para outra
  • E, quando isso ocorrer, não haverá como correr atrás de última hora

Oportunidade para quem quer se antecipar

Curso Reconhecido pelo MEC, com estudo EAD e estágio na própria cidade

Para atender à demanda crescente, está sendo disponibilizado um curso 100% reconhecido pelo Ministério da Educação, com:

  • Aulas EAD
  • Estágio presencial autorizado na cidade do aluno
  • Aproveitamento do que o participante já sabe na prática
  • Certificação válida em todo o território nacional

A proposta foi estruturada especialmente para quem precisa atualizar-se rápido, sem refazer tudo do zero.


Vagas extremamente limitadas e aumento de preços já confirmado

Apenas 150 vagas para o Brasil inteiro e mais de 60% de desconto — por tempo curto

Segundo a coordenação responsável, as turmas atuais estão sendo abertas no total com:

  • Somente 150 vagas disponíveis nacionalmente
  • Desconto superior a 60%
  • Aumento de preço já confirmado para os próximos dias
  • Procura elevada por causa das mudanças previstas para 2026

Ou seja: a combinação de demanda alta + preço promocional + limite de vagas cria um cenário onde a decisão precisa ser rápida.


Decisão estratégica: antecipar-se agora ou arriscar ficar para trás

Profissionais da área têm duas opções:

  1. Aproveitar o momento em que ainda há vagas, desconto e facilidade de matrícula, garantindo a formação reconhecida pelo MEC antes que a exigência se torne padrão.
  2. Ou esperar as instituições começarem a cobrar exclusivamente formação MEC, enfrentando preços mais altos, vagas disputadas e risco real de desclassificação em seleções e concursos.

Desejamos que você saia na frente em 2026 e conquiste seu certificado reconhecido pelo MEC.

DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO
ASTEGE NACIONAL
Imobilização Ortopédica Elevada a Nível Superior!

SITE ASTEGE - IMAGENS POST MENTIRA ASTEGO

ASTEGO difama a ASTEGE e é objeto de mais ações na Justiça – NOTA OFICIAL DA ASTEGE.

A ASTEGE, na defesa da verdade e da integridade da profissão, vem a público
esclarecer:

O processo criminal contra a ASTEGO nº 1035640-20.2024.8.26.0224 continua
em curso, ou seja, não transitou em julgado. As últimas movimentações, inclusive
em setembro de 2025,
comprovam que a ação segue em instâncias superiores. Em
outras palavras: qualquer afirmação de “vitória definitiva” é mentira e tentativa de
enganar a categoria e quem ajudar a propagar essa mentira, será responsabilizado
judicialmente. Além disso, a ASTEGO, já denunciada ao Ministério Público por venda
de documentos e carteiras para supostos profissionais e outras denúncias graves,
teve toda a sua diretoria indiciada criminalmente em 2025 no caso em questão,
inclusive sua atual presidente, sra. Daniela Café, autora do recente e vergonhoso
comunicado recente.

Para comprovar os ataques difamatórios que deram origem ao processo, segue
vídeo: Clique aqui e assista…

As postagens da ASTEGO foram removidas por ordem judicial, e os registros
estão preservados para responsabilização cível e criminal.

Novas medidas judiciais já estão em curso contra os autores de difamações e
perseguições contra a ASTEGE e seus representantes.

Reiteramos: nenhum ataque desviará a ASTEGE de sua missão de fortalecer e
proteger os técnicos de imobilização ortopédica em todo o Brasil.

📌 Fato é fato: a ASTEGE é a associação da Categoria que mais cresce no Brasil. Já os que recorrem à mentira responderão à Justiça.

Atenciosamente,
WLADMYR MENDES
Presidente Nacional da ASTEGE e
Mediador Nacional do CONDIO-BR