Alerta Geral Na Imobilização

ALERTA GERAL NA IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA!

Entidade privada que promete “habilitação profissional” volta ao centro de denúncias e investigações

Representações foram encaminhadas ao Ministério Público, Polícia Civil, conselhos profissionais e vigilâncias sanitárias. O caso envolve emissão de documentos, oferta de cursos e possível indução em erro de profissionais, órgãos públicos e empresas privadas.


SÃO PAULO — Associação privada volta ao centro das investigações

SÃO PAULO — Uma associação privada que atua na área de imobilização ortopédica voltou ao centro das atenções após novas representações protocoladas junto ao Ministério Público, Polícia Civil, CREMESP (Conselho Regional de Medicina de São Paulo), COREN-SP (Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo), órgãos de Vigilância Sanitária e outros similares.

Além das autoridades, escolas profissionalizantes, hospitais e operadoras de saúde mencionados em materiais de divulgação também foram oficialmente comunicados para esclarecimentos. As apurações estão em andamento.


Histórico de questionamentos se estende por mais de duas décadas

Documentos protocolados indicam que, desde aproximadamente 2003, surgem questionamentos envolvendo emissão de carteiras e certidões associativas, uso da expressão “órgão” em comunicações institucionais e declarações que poderiam sugerir habilitação profissional.

Em 2008, houve formalização de denúncias no Ministério Público de São Paulo. Entre 2009 e 2018, segundo registros apresentados nas representações, a entidade teria emitido documentos que, na visão dos denunciantes, poderiam dar a entender que se tratava de órgão oficial, embora sua natureza jurídica seja de associação privada.

Entre 2024 e 2025, membros da diretoria foram investigados e houve indiciamento em processo criminal. Em 2026, novas denúncias ampliaram o alcance das apurações. As autoridades analisam os fatos.


Entidade privada usa linguagem de “órgão público” e gera debate sobre natureza jurídica

Certidões analisadas utilizam expressões como “regular perante este órgão”, “habilita ao exercício profissional” e outras semelhantes. Segundo as representações, esse tipo de linguagem pode gerar dúvida em profissionais e empregadores sobre a natureza jurídica da entidade.

Especialistas lembram que associações privadas não substituem conselhos profissionais criados por lei federal. A análise sobre eventual indução em erro está sob responsabilidade das autoridades competentes.


Cursos sob análise: procedimentos que podem ultrapassar limites técnicos

Entre os novos fatos comunicados está a oferta de cursos envolvendo suturas, reduções e técnicas relacionadas à cirurgia da mão. Segundo os denunciantes, esses conteúdos poderiam ultrapassar os limites técnicos da imobilização ortopédica e alcançar áreas tradicionalmente vinculadas à enfermagem e à medicina.

Pareceres já emitidos por conselhos profissionais citando a associação denunciada, como o COREN-SP, são citados nas representações como referência técnica para essa discussão.

Impacto para profissionais

Se confirmadas irregularidades, profissionais ligados a essa entidade, podem investir dinheiro em cursos que não tenham validade reconhecida, enfrentar questionamentos legais sobre atos praticados ou ter problemas administrativos em vínculos públicos ou privados.

Impacto para pacientes

Caso haja atuação fora dos limites legais, pode haver risco à saúde da população, questionamento sobre qualificação técnica e insegurança jurídica. Esses pontos estão sob apuração.


Instituições citadas em materiais de divulgação foram comunicadas

Materiais promocionais divulgam a atuação de instrutor identificado como D.S. Cunha, técnico de gesso hospitalar, associando sua experiência a instituições hospitalares conhecidas para captar alunos. Entre os nomes mencionados em peças públicas estão renomados Hospitais de São Paulo e escolas profissionalizantes no ABC Paulista. Instituições de ensino envolvidas com a entidade denunciada também são objeto de investigação em outros estados da federação, além de São Paulo.

Essas instituições foram consultadas para esclarecimentos sobre autorização de uso de seus nomes, eventual vínculo institucional e protocolos internos sobre habilitação profissional. Até o fechamento desta edição, aguarda-se manifestação.


Escolas profissionalizantes também sob investigação

Representações também apontam que cursos investigados teriam sido realizados em dependências de escolas profissionalizantes noi ABC Paulista. Caso as autoridades entendam que houve irregularidade, essas instituições poderão ser chamadas a prestar esclarecimentos. Uma delas já teria sido notificada em procedimentos anteriores do Ministério Público. As apurações seguem.


Caso do Espírito Santo reacende debate sobre documentos duvidosos

O episódio mais recente envolve uma servidora da Secretaria de Saúde do Espírito Santo. Segundo representação protocolada, a documentação apresentada para exercício do cargo público parece ser falsa. Para esta mesma servidora suspeita-se que a entidade sob denúncia emitiu documento a jato para manter a servidora no cargo. O que também está sendo investigado pelas autoridades.


Caso supera disputa entre entidades e envolve saúde e interesse público

Segundo as representações, o caso pode envolver confiança pública, segurança assistencial, regularidade documental e responsabilidade de escolas e instituições. Se confirmadas irregularidades, podem existir consequências administrativas, civis e criminais. Tudo depende da conclusão das investigações.


Direito de resposta e transparência

A associação mencionada, o profissional citado, as escolas e as instituições hospitalares têm espaço aberto para manifestação. Esclarecimentos podem ser enviados para secretarianacional@astege.org.br. As manifestações serão analisadas e publicadas.


Participação do leitor

Se você é profissional da área e já teve dúvida sobre o que realmente pode fazer, ou já recebeu promessa de “habilitação”, registro de “órgão de classe” da imobilização ortopédica ou “registro a jato”, ou se é paciente e já se perguntou quem está autorizado a realizar certos procedimentos, compartilhe sua experiência conosco pelo WhatsApp (11) 96085-4977. A informação protege quem trabalha corretamente e quem precisa de cuidado.


Esta reportagem foi elaborada com base em documentos públicos, representações protocoladas junto a órgãos oficiais e fontes identificadas. Todas as partes citadas têm direito de resposta garantido, conforme previsto em lei.


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RECESSO DE FINAL DE ANO DA ASTEGE

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Imobilização Ortopédica Elevada a Nível Superior!

milton 3

Imobilização Ortopédica perde Milton Gomes, referência histórica na luta sindical, técnica e na formação profissional

A Imobilização Ortopédica brasileira se despede de um de seus nomes mais representativos. Faleceu Milton Gomes da Silva, aos 66 anos, técnico de imobilização ortopédica cuja trajetória se confunde com a própria história da categoria no Brasil na luta por reconhecimento e valorização.

Milton foi mais do que um profissional experiente. Foi uma voz ativa, um articulador incansável e um defensor firme da dignidade dos técnicos de imobilização ortopédica, especialmente em momentos em que a categoria mais precisou de união, escuta e representação.

Uma vida dedicada à Imobilização Ortopédica e categorias da saúde

Com mais de duas décadas de atuação, Milton Gomes construiu uma trajetória sólida na prática profissional, no ensino técnico, na formação de novos profissionais e na atuação sindical, sempre com foco na valorização da Imobilização Ortopédica como área essencial da saúde.

Atuou como instrutor e professor, participou de cursos e treinamentos técnicos, e esteve presente em debates fundamentais para o avanço da profissão, incluindo discussões sobre Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) e a luta histórica pela regulamentação federal da profissão.

Sua atuação nunca foi silenciosa. Milton acreditava que a Imobilização Ortopédica precisava ocupar espaços, ser ouvida e reconhecida como merece.

Mais do que os cargos, Milton destacou-se pelo compromisso com quem estava na base da saúde, ou seja, estudantes, técnicos e trabalhadores já atuantes, defendendo que enfermagem e cuidadores ocupassem espaços de decisão, reconhecimento e voz política. Autodefinia-se como um “soldado” da categoria, convicto de que nenhuma transformação real acontece sem organização, união e participação ativa. Nesse espírito, colaborou diretamente na construção de entidades como a ABCI e o Movimento dos Ativistas da Enfermagem Brasileira (MAE), além de manter atuação política desde a fundação do Partido Solidariedade, sempre sustentando a ideia de que os profissionais do cuidado precisavam ser protagonistas de sua própria história.

Relação com a ASTEGE e trabalhos conjuntos pela Imobilização Ortopédica

Ao longo dos anos, Milton Gomes manteve contato direto, diálogo institucional e ações conjuntas com a Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos de Imobilizações Ortopédicas (ASTEGE) e com seu presidente nacional, Wladmyr Mendes.

Esses encontros e articulações envolveram debates sobre formação profissional, organização da categoria, qualificação técnica, defesa institucional e caminhos para o fortalecimento da Imobilização Ortopédica no Brasil, especialmente em momentos sensíveis, nos quais muitos profissionais se sentiam desamparados ou sem representação efetiva.

Um legado que não pode ser apagado

Milton Gomes pertence a uma geração de técnicos que abriu caminhos, muitas vezes sem reconhecimento imediato, enfrentando dificuldades institucionais e políticas para que hoje a Imobilização Ortopédica pudesse avançar em organização, ensino e visibilidade.

Sua partida deixa um sentimento coletivo de perda profunda, não apenas de um profissional experiente, mas de alguém que carregava a história, as dores e as esperanças de uma categoria que, por vezes, se sentiu órfã de escuta e representação.

Ainda assim, seu legado permanece vivo naqueles que formou, nos profissionais que ajudou a orientar e nas lutas que não abandonou, mesmo quando o silêncio parecia mais confortável para outros.

Nota institucional de pesar

A ASTEGE manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Milton Gomes da Silva e se solidariza com seus familiares, amigos e colegas de profissão. Seu nome permanece registrado na história da Imobilização Ortopédica brasileira como símbolo de resistência, compromisso e dedicação à categoria.

Que sua trajetória sirva de lembrança permanente de que nenhuma profissão avança sem memória, sem coragem e sem pessoas dispostas a lutar, mesmo quando isso tem um custo pessoal alto.

Milton Gomes deixa um vazio, mas também deixa responsabilidade: a de não permitir que sua história seja esquecida.

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Imobilização Ortopédica Elevada a Nível Superior!

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Vice-presidente nacional da ASTEGE é nomeado membro efetivo de Comissão do Conselho Federal de Radiologia (CONTER)

Nomeação fortalece a presença institucional da ASTEGE em órgão federal

Liderança técnica e política passa a integrar Comissão de Inteligência Institucional do CONTER

A Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos de Imobilizações Ortopédicas (ASTEGE) celebra, com grande orgulho institucional, a nomeação do seu Diretor Vice-Presidente, Antônio Marcos Bonifácio de Souza, como membro efetivo da Comissão de Inteligência Institucional (CII) do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER), conforme Portaria CONTER nº 132, de 12 de novembro de 2025.

A nomeação representa um reconhecimento formal, em âmbito federal, da trajetória, da capacidade técnica e da envergadura institucional de Antônio Bonifácio, reforçando o protagonismo da ASTEGE nos espaços mais elevados de formulação, governança e inteligência estratégica dos Conselhos de Fiscalização Profissional no Brasil.

Comissão estratégica, atuação nacional

A Comissão de Inteligência Institucional do CONTER possui atribuições altamente sensíveis e estratégicas, voltadas à análise de dados administrativos, funcionais, financeiros, cadastrais e jurídicos, com foco no fortalecimento da governança, da transparência, da eficiência administrativa e do controle interno do sistema CONTER/CRTRs.

Trata-se de uma comissão criada para atender às exigências modernas de integridade institucional, inteligência decisória e responsabilidade pública, reunindo profissionais com histórico comprovado de atuação ética, técnica e estratégica.

Uma trajetória que credencia

Antônio Marcos Bonifácio é uma figura amplamente conhecida e respeitada no campo da saúde, especialmente no Estado do Espírito Santo, onde já exerceu mandato como vereador, recebeu honrarias em diversos municípios e construiu uma trajetória marcada pela seriedade, pelo compromisso público e pela defesa qualificada das categorias técnicas.

Além de sua atuação política e institucional, Bonifácio é instrutor em aplicação de técnicas de imobilizações ortopédicas, Diretor Vice-Presidente Nacional da ASTEGE e membro efetivo do Conselho Deliberativo da Imobilização Ortopédica do Brasil, o que consolida sua posição como uma liderança técnica e institucional de alcance nacional.

Sua presença como membro efetivo de uma comissão federal do CONTER não é circunstancial: é consequência direta de um histórico sólido, construído com trabalho real, entrega técnica e responsabilidade institucional, não com aparições protocolares ou agendas vazias.

ASTEGE: ocupando espaços reais de poder técnico

A nomeação de Antônio Bonifácio reafirma uma diferença institucional clara: a ASTEGE não apenas dialoga com os órgãos federais, mas participa ativamente da construção das decisões.

Enquanto tem associação que se limita a atacar o nosso trabalho e apenas fazer registros fotográficos de viagens sem objetivo claro ou eficácia comprovada, custeadas por profissionais desavisados, tudo apenas para aparentar atuação real, a ASTEGE consolida sua presença onde efetivamente importa: nas comissões, nos conselhos, nos espaços de inteligência, fiscalização e decisão, com representantes que têm currículo, legitimidade e reconhecimento formal.

Reunião estratégica e podcast com a Presidência do CONTER

A agenda recente que culminou na nomeação também incluiu reunião institucional e a gravação de um podcast com o Presidente do CONTER, TNR Carlos da Silva, descritas como extremamente produtivas e esclarecedoras.

O encontro possibilitou o alinhamento de estratégias, o debate sobre a visão de longo prazo do sistema CONTER e uma troca qualificada de ideias, marcada pela abertura ao diálogo e pela maturidade institucional.

Um marco para a ASTEGE e para a imobilização ortopédica

A presença de um diretor da ASTEGE como membro efetivo de uma comissão federal do CONTER não é apenas uma conquista individual, é um marco coletivo. Representa o avanço da imobilização ortopédica, o fortalecimento da representação técnica e a consolidação da ASTEGE como uma entidade que ocupa espaços de decisão com autoridade, preparo e legitimidade.

ASTEGE segue firme, construindo reputação, patrimônio institucional e reconhecimento nacional com trabalho, não com discurso.

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Derrubada do Youtube pela ASTEGO

Ataque à categoria: canal dos Técnicos de Imobilização sai do ar no YouTube após envio de informações judiciais incompletas. A quem interessa?

A queda inesperada que acendeu um alerta nacional na Imobilização Ortopédica

A derrubada do canal oficial da ASTEGE no YouTube surpreendeu milhares de profissionais em todo o Brasil e levantou um sinal vermelho sobre a tentativa de silenciamento institucional num momento crucial para a Imobilização Ortopédica.

O canal, que há muitos anos funcionava como um dos principais meios de orientação pública, informação, denúncias, defesa profissional e disseminação de conhecimento técnico, foi subitamente bloqueado, prejudicando associados, estudantes, técnicos e estabelecimentos, bem como toda a comunidade que depende daquele conteúdo para se manter atualizada e protegida.



Por que isso é tão grave: impacto violento para a categoria

Um ataque que afeta trabalhadores, alunos e instituições

A interrupção das atividades do canal não é apenas um problema técnico. Representa:

  • Interrupção do acesso à informação essencial
  • Risco à continuidade de orientações sobre regularização profissional
  • Prejuízo ao processo de formação e capacitação da categoria
  • Desestabilização institucional em um momento de regulamentação estadual e nacional

O bloqueio atinge, sobretudo, trabalhadores que atuam na prática e dependem desses canais para manter sua documentação regular, enquanto muitos Estados e Cidades iniciam processos de regulamentação e concursos que começam a exigir formação reconhecida pelo MEC.



O que está por trás do bloqueio: sinais de perseguição e desinformação

Manipulação de informações, denúncias infundadas e ataques repetidos à ASTEGE

Segundo documentos, registros jurídicos e análises internas, a queda do canal ocorreu após uma série de:

  • denúncias maliciosas,
  • difamações na internet,
  • informações incompletas,
  • alegações inconsistentes,
  • tentativas recorrentes de descredibilizar instituições da imobilização,
  • ataques digitais coordenados,
  • distorções de fatos envolvendo diretores e entidades da área.

Essas ações já vêm sendo monitoradas há anos, com indícios de articulação organizada para causar instabilidade institucional.

Há, inclusive, casos anteriores envolvendo os mesmos agentes, reforçando o que juristas chamam de padrão de comportamento lesivo e persecutório, com potencial violação de direitos de imagem, honra e atividade institucional legítima.



Risco jurídico e social: por que o caso preocupa especialistas

O contexto que reforça o Fumus Boni Iuris e o Periculum in Mora

A análise técnica enviada ao corpo jurídico destaca dois elementos fundamentais:

1. Fumus Boni Iuris (Fumaça do bom direito)

provas claras de que o canal cumpria função pública e institucional legítima, com milhares de conteúdos educacionais, informativos e de proteção profissional.

2. Periculum in Mora (Perigo da demora)

A cada dia que o canal permanece fora do ar:

  • profissionais perdem acesso a orientações essenciais;
  • alunos ficam sem suporte;
  • processos de regularização são prejudicados;
  • a categoria fica mais vulnerável a golpes, desinformação e oportunistas.

Esse conjunto fortalece o pedido de reconsideração já encaminhado.



O que a ASTEGE já fez: respostas rápidas para proteger a categoria

Ações imediatas após o bloqueio

Assim que o canal caiu, a ASTEGE:

  • Entrou com petição formal de reconsideração junto à plataforma.
  • Abriu relatórios técnicos detalhando cada irregularidade na denúncia.
  • Mobilizou juristas, técnicos e analistas digitais para apoio.
  • Publicou comunicados oficiais para evitar desinformação.
  • Reforçou canais alternativos de comunicação com associados.

Todo o material já foi protocolado, documentado e anexado em procedimento jurídico apropriado e outras ações neste sentido estão para ser tomadas pelos próximos dias.



Por que este caso vai além da ASTEGE: é sobre causar prejuízo e problemas a toda uma categoria

Um ataque ao acesso à informação pode reforçar desigualdades

A Imobilização Ortopédica é exercida majoritariamente por:

  • trabalhadores práticos,
  • profissionais que enfrentam péssimas condições de trabalho,
  • profissionais com salários considerados indignos em várias partes do Brasil,
  • pessoas que dependem de capacitação acessível,
  • técnicos que já enfrentam desvalorização histórica.

Quando um canal institucional é derrubado, quem mais sofre é quem mais precisa dele, ou seja: A CATEGORIA.

Esse é o motivo pelo qual a situação é tratada como urgência institucional, não como um mero problema digital.



O que vem agora: próximos passos, medidas legais e reconstrução

A ASTEGE não vai recuar

As próximas etapas incluem:

  • acompanhamento contínuo da análise da plataforma,
  • eventual ampliação de medidas administrativas e jurídicas,
  • reestruturação técnica para evitar novos ataques,
  • retomada progressiva dos conteúdos, inclusive em novos formatos,
  • construção de um sistema de redundância informativa para impedir nova vulnerabilidade.

A entidade também prepara relatórios públicos para que os profissionais entendam com transparência cada etapa do processo.



Como os profissionais podem se proteger neste momento

3 medidas simples e imediatas

  1. Seguir os demais canais oficiais da ASTEGE
    (Instagram, o canal da Imobilização Ortopédica do Brasil no WhatsApp, o site e o Canal do Youtube do Conselho da Imobilização Ortopédica do Brasil, o CONDIO-BR e canais de colaboradores que nos divulgam).
  2. Evitar informações não oficiais, principalmente de perfis anônimos, de entidades, ecolas ou empresas que foram denunciadas ao Ministério Público e indiciados criminalmente, ou que historicamente divulgam desinformação.
  3. Registrar em nosso suporte de whatsapp (11) 96085-4977, qualquer indício de ataque, calúnia, difamação ou tentativa de golpe.

    Cada relato fortalece os processos e amplia a proteção da categoria.

Conclusão: a tentativa de silenciar a Imobilização Ortopédica e a ASTEGE não vai prosperar

A queda do canal não foi apenas um episódio técnico, mas foi um alerta.
E, como em toda grande mudança, esse momento expôs:

  • quem realmente defende a categoria,
  • quem lucra com a confusão,
  • quem tenta manipular trabalhadores vulneráveis,
  • Quem quer calar as denúncias que sempre fomos firmes ao fazer e provar.

A ASTEGE reafirma seu compromisso com transparência, defesa institucional, formação segura e com a missão de proteger a Imobilização Ortopédica no Brasil.

Nada ficará sem resposta.
Nada ficará sem explicação.
E nenhum profissional ficará desamparado.


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Profissionais de Imobilização em Alerta

Profissionais de Imobilização Ortopédica Enfrentam Nova Pressão: Tendência de Aumento da Exigência de Cursos Reconhecidos pelo MEC em 2026.

Setor da saúde começa a endurecer critérios de contratação e especialistas alertam: quem não se antecipar pode ficar para trás.

Um movimento silencioso, porém cada vez mais evidente, está começando a preocupar quem atua na Imobilização Ortopédica em todo o Brasil. Hospitais, clínicas, empresas terceirizadas e até concursos públicos têm sinalizado que a partir de 2026 a prioridade será dada para profissionais com cursos reconhecidos pelo MEC.

Várias instituições já vêm adotando internamente critérios mais rígidos para seleção e contratação de Profissionais da Imobilização Ortopédica e o impacto pode ser grande para quem atua na área sem formação regulamentada pelo Ministério da Educação.


Por que isso está acontecendo agora?

Mercado mais competitivo e novas regras governamentais

Especialistas afirmam que diversos setores da saúde estão se ajustando a padrões mais elevados de qualificação. O objetivo é reduzir riscos, melhorar auditorias internas e alinhar equipes às normas educacionais exigidas pelo governo em vários processos seletivos.

Isso significa que, mesmo que a profissão permita outras formas de formação hoje, as instituições podem decidir contratar apenas quem possui comprovação validada pelo MEC.


O alerta para 2026: “Quem deixar para depois pode não conseguir acompanhar”

Embora nada mude para quem já trabalha na área no momento atual, a tendência para os próximos anos é clara:
cada vez mais as instituições devem exigir a formação reconhecida pelo MEC.

Esse cenário cria um risco real para quem deixar para regularizar sua situação só quando a exigência bater à porta porque:

  • As turmas podem lotar rapidamente
  • Os preços tendem a subir conforme a demanda aumenta
  • Concursos e empresas podem exigir o MEC de uma hora para outra
  • E, quando isso ocorrer, não haverá como correr atrás de última hora

Oportunidade para quem quer se antecipar

Curso Reconhecido pelo MEC, com estudo EAD e estágio na própria cidade

Para atender à demanda crescente, está sendo disponibilizado um curso 100% reconhecido pelo Ministério da Educação, com:

  • Aulas EAD
  • Estágio presencial autorizado na cidade do aluno
  • Aproveitamento do que o participante já sabe na prática
  • Certificação válida em todo o território nacional

A proposta foi estruturada especialmente para quem precisa atualizar-se rápido, sem refazer tudo do zero.


Vagas extremamente limitadas e aumento de preços já confirmado

Apenas 150 vagas para o Brasil inteiro e mais de 60% de desconto — por tempo curto

Segundo a coordenação responsável, as turmas atuais estão sendo abertas no total com:

  • Somente 150 vagas disponíveis nacionalmente
  • Desconto superior a 60%
  • Aumento de preço já confirmado para os próximos dias
  • Procura elevada por causa das mudanças previstas para 2026

Ou seja: a combinação de demanda alta + preço promocional + limite de vagas cria um cenário onde a decisão precisa ser rápida.


Decisão estratégica: antecipar-se agora ou arriscar ficar para trás

Profissionais da área têm duas opções:

  1. Aproveitar o momento em que ainda há vagas, desconto e facilidade de matrícula, garantindo a formação reconhecida pelo MEC antes que a exigência se torne padrão.
  2. Ou esperar as instituições começarem a cobrar exclusivamente formação MEC, enfrentando preços mais altos, vagas disputadas e risco real de desclassificação em seleções e concursos.

Desejamos que você saia na frente em 2026 e conquiste seu certificado reconhecido pelo MEC.

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SITE ASTEGE - IMAGENS POST MENTIRA ASTEGO

ASTEGO difama a ASTEGE e é objeto de mais ações na Justiça – NOTA OFICIAL DA ASTEGE.

A ASTEGE, na defesa da verdade e da integridade da profissão, vem a público
esclarecer:

O processo criminal contra a ASTEGO nº 1035640-20.2024.8.26.0224 continua
em curso, ou seja, não transitou em julgado. As últimas movimentações, inclusive
em setembro de 2025,
comprovam que a ação segue em instâncias superiores. Em
outras palavras: qualquer afirmação de “vitória definitiva” é mentira e tentativa de
enganar a categoria e quem ajudar a propagar essa mentira, será responsabilizado
judicialmente. Além disso, a ASTEGO, já denunciada ao Ministério Público por venda
de documentos e carteiras para supostos profissionais e outras denúncias graves,
teve toda a sua diretoria indiciada criminalmente em 2025 no caso em questão,
inclusive sua atual presidente, sra. Daniela Café, autora do recente e vergonhoso
comunicado recente.

Para comprovar os ataques difamatórios que deram origem ao processo, segue
vídeo: Clique aqui e assista…

As postagens da ASTEGO foram removidas por ordem judicial, e os registros
estão preservados para responsabilização cível e criminal.

Novas medidas judiciais já estão em curso contra os autores de difamações e
perseguições contra a ASTEGE e seus representantes.

Reiteramos: nenhum ataque desviará a ASTEGE de sua missão de fortalecer e
proteger os técnicos de imobilização ortopédica em todo o Brasil.

📌 Fato é fato: a ASTEGE é a associação da Categoria que mais cresce no Brasil. Já os que recorrem à mentira responderão à Justiça.

Atenciosamente,
WLADMYR MENDES
Presidente Nacional da ASTEGE e
Mediador Nacional do CONDIO-BR

SITE ASTEGE - IMAGENS POST

MAIS GUARDAS MUNICIPAIS QUALIFICADOS PELA ASTEGE PARA ATENDER A POPULAÇÃO

 GCMs concluem capacitação e recebem certificação oficial em Primeiros Socorros e Imobilização Ortopédica da ASTEGE.

A ASTEGE – Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos em Imobilizações Ortopédicas – realizou recentemente mais uma entrega oficial de certificados a agentes da Guarda Civil Municipal, que participaram de um programa especial de capacitação em Primeiros Socorros e Imobilização Ortopédica.

A cerimônia de conclusão contou com a presença de autoridades locais, representantes institucionais e equipe técnica da associação, marcando um novo avanço no fortalecimento das ações de resposta rápida, ética e segura por parte dos agentes públicos que atuam na linha de frente da segurança da população.

“A formação técnica desses profissionais eleva o padrão de atendimento emergencial e contribui diretamente para salvar vidas. Essa é uma das nossas maiores missões enquanto entidade de certificação nacional”, destacou o Delegado Regional da ASTEGE daquela região.

Com foco prático e abordagem moderna, o curso oferecido pela ASTEGE abordou conteúdos atualizados sobre primeiros socorros, controle de traumas e técnicas de imobilização ortopédica, capacitando os agentes para atuarem com responsabilidade, eficiência e segurança.

Desta vez, a entrega dos certificados aconteceu na cidade de Bertioga (SP), reforçando o compromisso do município com a qualificação contínua de sua Guarda Civil Municipal. A presença do prefeito e demais autoridades locais na solenidade demonstrou o reconhecimento institucional da importância dessa conquista.

A ASTEGE segue se destacando como referência nacional na qualificação de profissionais da segurança, saúde e defesa civil em todo o país, e reafirma seu papel na construção de um Brasil mais seguro, com mais preparo técnico, humano e ético.

É a ASTEGE provando que treinamento se transforma em ação, e a ação salva
vidas.

DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO
-ASTEGE-
Imobilização Ortopédica Elevada a Nível Superior!

 

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ASTEGE E COFEN SE REUNEM EM BRASÍLIA PARA TRATAR DE PARCERIA PELA SEGURANÇA NA IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA

Em um importante encontro realizado em Brasília em 11.12.24 às 15:30 na Sede do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), o presidente nacional da ASTEGE, Wladmyr Mendes, e o vice-presidente nacional, Antônio Bonifácio, reuniram-se com a vice-presidência e representantes do COFEN para discutir lacunas, riscos e propostas de solução relacionadas à prática da imobilização ortopédica no Brasil. A reunião marcou um passo significativo na construção de ações conjuntas para fortalecer a segurança do paciente e proteger os profissionais que aplicam as técnicas de imobilização ortopédica, frente a irregularidades na área constatadas pela ASTEGE.

Denúncias e Riscos à Segurança do Paciente

A ASTEGE relatou um cenário preocupante: denúncias, tanto anônimas quanto identificadas, indicam que profissionais de enfermagem estão sendo pressionados a realizar procedimentos de imobilização ortopédica sem a devida capacitação ou em desacordo com as resoluções do COFEN. Essa prática irregular, promovida por alguns gestores, expõe pacientes a riscos desnecessários e profissionais a violações éticas e legais.

“Temos recebido denúncias de várias regiões do país, e é inaceitável que essa situação persista. Precisamos de ações concretas para garantir que a imobilização ortopédica seja realizada com segurança e profissionalismo”, destacou Wladmyr Mendes.

Propostas Concretas para Soluções Duradouras

A ASTEGE apresentou ao COFEN um conjunto de propostas estratégicas que incluem:

Educação e Capacitação

A criação de programas de educação continuada e cursos específicos de aperfeiçoamento das técnicas de imobilização ortopédica direcionados a profissionais da Enfermagem com ênfase na segurança do paciente, foi um dos pontos centrais. A ASTEGE se colocou à disposição para ser uma das principais frentes de orientação e capacitação em colaboração com o COFEN para atender a estes Profissionais.

ASTEGE como um dos Canais de Denúncias e Fiscalização

A proposta de abertura para a ASTEGE de um canal exclusivo de denúncias envolvendo práticas irregulares de imobilização ortopédica e profissionais de enfermagem, foi amplamente discutida. A ASTEGE ficou à disposição para atuar como parceira estratégica no levantamento e encaminhamento desses casos, reforçando o compromisso com a ética e a segurança na área.

Parceria Institucional e Cooperação Técnica

Pelos próximos dias o COFEN receberá da ASTEGE uma proposta de formalização de um Termo de Cooperação Técnica entre ASTEGE e COFEN que promete fortalecer a fiscalização e auxiliar na promoção de alinhamento das práticas de enfermagem envolvendo imobilização ortopédica e Resoluções do Conselho, elevando o padrão de segurança e conformidade desses procedimentos em todo o país.

ASTEGE como única entidade nacional ética e confiável da área

A ASTEGE reafirmou sua postura ética e colaborativa, destacando seu compromisso com a qualificação e regulamentação de profissionais que atuam na imobilização ortopédica. Diferente de outras associações, como a ASTEGO, que enfrenta problemas legais e éticos, como denúncias ao Ministério Público, encorajamento do exercício irregular de procedimentos de enfermagem, venda de documentos para pessoas sem qualificação e o indiciamento criminal de toda a sua diretoria recentemente, a ASTEGE tem se consolidado cada vez mais como a única referência nacional segura, ética, de qualidade inquestionável e em conformidade com as Leis.

“Estamos trabalhando incansavelmente para garantir que os profissionais que atuam com imobilização ortopédica sejam valorizados, capacitados e respeitados. Não toleraremos práticas que coloquem em risco pacientes ou profissionais”, reforçou Antônio Bonifácio.

Apoio do COFEN e Próximos Passos

Durante a visita na sede do COFEN em Brasília, também foram tratados vários outros pontos cruciais da imobilização ortopédica. Wladmyr Mendes discutiu na ocasião assuntos importantíssimos diretamente com a Conselheira Federal Lisandra Aquino, uma das principais responsáveis pela publicação da Resolução COFEN nº 705/2022, que regula a atuação dos profissionais de enfermagem nos cuidados traumato-ortopédicos.

Ficou resolvido ainda que a ASTEGE enviará em breve uma proposta oficial de trabalho conjunto com o COFEN e uma Consulta Técnica para alinhamento sobre os critérios vigentes de atuação regular na área.

*O quadro atual está mudando.
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Com a possibilidade de se tornar um canal direto para denúncias e auxílio na fiscalização, em parceria com o COFEN, a ASTEGE reforça sua posição como a principal defensora da ética e segurança dos profissionais que atuam com imobilização ortopédica no Brasil. Sua atuação competente, firme e estratégica, promete não apenas elevar o padrão da atividade, mas também expor práticas irregulares que colocam em risco a saúde pública.

Essa possibilidade de parceria mais uma vez coloca a ASTEGE como protagonista na luta pelos direitos dos profissionais que atuam com imobilização ortopédica e em posição de destaque nacional, com um impacto que promete reverberar por todo o setor.

Para os irregulares, o recado é claro: a era da impunidade está com os dias contados.

Para mais informações, entre em contato:

Wladmyr Mendes
Presidente Nacional da ASTEGE e Mediador do Conselho Deliberativo da Imobilização Ortopédica do Brasil – CONDIO-BR.
WhatsApp: (11) 96085-4977

Antônio Bonifácio
Vice-Presidente Nacional da ASTEGE e Membro do Conselho Deliberativo da Imobilização Ortopédica do Brasil – CONDIO-BR.
WhatsApp: (27) 99264-8994

IMAGENS DO SITE VETERINÁRIA

ASTEGE AMPLIA POSSIBILIDADES PROFISSIONAIS COM CURSO DE IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA VETERINÁRIA

A ASTEGE – Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos em Imobilizações Ortopédicas sempre esteve na vanguarda da qualificação profissional, oferecendo capacitação de excelência para quem aplica técnicas de imobilização ortopédica. Agora, uma nova grande oportunidade está chegando para ampliar ainda mais as possibilidades de atuação no mercado: a especialização em imobilização ortopédica veterinária!


UM NOVO HORIZONTE DE OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS


Não se trata apenas de um curso para profissionais da veterinária. Essa formação está aberta para todos os profissionais da saúde e demais interessados, que desejam expandir sua atuação para um setor em constante crescimento. Profissionais que aplicam imobilizações ortopédicas de forma eventual a rotineira, poderão agregar essa qualificação ao currículo e utilizar para finalidades pessoais ou aumentar suas chances no mercado de trabalho!


Para aqueles que pensam em trabalhar na área, onde é possível atuar com essa nova qualificação?


✅ Clínicas e hospitais veterinários 🏥🐶
✅ Pet shops com serviços médicos 🏪🐾
✅ Atendimento domiciliar para pets 🏡🐕
✅ Centros de reabilitação animal 🦴💙
✅ Resgates e ONGs de proteção animal 🆘🐾
✅ Concursos públicos e serviços oficiais 🚔🚑


CURSO EAD E SEMIPRESENCIAL – APRENDA DE QUALQUER LUGAR!

Para tornar essa formação ainda mais acessível, o curso será oferecido a princípio na modalidade EAD e na segunda fase como licenciados presenciais, permitindo que profissionais de todo o Brasil possam se especializar sem precisar se deslocar. O conteúdo abordará desde os fundamentos teóricos de auxílio veterinário para animais de pequeno porte até as técnicas mais avançadas de imobilização em animais, garantindo qualificação de alto nível para quem deseja se destacar nesse mercado.


O estágio poderá ser realizado em um local próximo à residência ou trabalho do formando, podendo ser indicado tanto pela associação quanto pelo próprio estudante. A participação no estágio é opcional, mas a associação oferecerá total suporte administrativo e pedagógico, incluindo a emissão da carta de estágio para aqueles que optarem por realizá-lo.


AMPLIE SUA EMPREGABILIDADE E CONQUISTE SEU ESPAÇO!


O setor veterinário cresce ano após ano, e a demanda por profissionais especializados só aumenta! Com essa certificação, você terá um diferencial competitivo que pode abrir portas para novos empregos, concursos públicos e até oportunidades para atuar de forma autônoma, garantindo uma nova fonte de renda!


INSCRIÇÕES EM BREVE! NÃO PERCA ESSA CHANCE!


A ASTEGE está nos ajustes finais com especialistas da área veterinária para o lançamento oficial dessa capacitação. Fique atento às atualizações no site da ASTEGE astege.org.br ou entre em contato diretamente para mais informações!


📲: (11) 96085-4977.


Esteja à frente! Qualifique-se e amplie suas possibilidades profissionais com a ASTEGE!


ASTEGE – Imobilização Ortopédica Elevada a Outro Nível!