img curso irregular canva2

O ALERTA VERMELHO PARA OS CURSOS DE IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA ESTÁ LIGADO

Notificações extrajudiciais, investigações do Ministério Público e ações judiciais podem alcançar também escolas e colégios da área que participam de possível esquema irregular de direcionamento de alunos no segundo semestre de 2026.

O CERCO ESTÁ SE FECHANDO

O assunto deixou de ser apenas uma discussão entre entidades da área.

Agora ele está chegando às escolas.

Nos últimos meses, a Justiça, o Ministério Público e diversos órgãos públicos passaram a investigar entidades privadas que se apresentam como conselhos, órgãos de fiscalização ou responsáveis por registros profissionais, mesmo sem possuir competência legal para isso.

As investigações, a partirr de agora, podem alcançar também escolas que orientam ou incentivam alunos a se associarem a essas entidades ou que divulgam informações que podem levar alunos a acreditar que essas associações possuem reconhecimento oficial, validade para concursos públicos ou poderes que a lei não lhes confere.

O QUE JÁ ESTÁ ACONTECENDO

O cenário mudou.

Hoje já existem:

  • decisão judicial proibindo uma dessas entidades de emitir documentos com aparência de documentos oficiais;
  • manifestação do Ministério Público apontando graves irregularidades;
  • investigação criminal;
  • fiscalizações do CREMESP, COREN, Vigilância Sanitária e outros órgãos públicos;
  • notificações extrajudiciais já encaminhadas a escolas apontadas como participantes dessas práticas;
  • ações judiciais já propostas e outras em fase de preparação.

Isso significa que o problema deixou de atingir apenas a entidade investigada.

Em alguns casos, o processo de responsabilização das escolas já começou, com o envio de notificações extrajudiciais e a adoção das primeiras medidas judiciais contra instituições de ensino apontadas como participantes dessas práticas.


O ALERTA PARA AS ESCOLAS

Se uma escola informa ao aluno que determinada associação é um conselho, um órgão oficial ou que seus documentos possuem validade que a lei não reconhece, essa conduta poderá sofrer sanções pelas autoridades competentes.

Da mesma forma, escolas que difamam ou diminuem outras entidades da área para direcionar alunos às entidades com as quais mantêm parceria, divulgam informações sem verificar sua legalidade ou utilizam esses argumentos para promover seus cursos passam a assumir um risco jurídico que, até pouco tempo, era ignorado por grande parte do mercado.


O QUE PODE ACONTECER

Dependendo das circunstâncias de cada caso, escolas e seus gestores poderão responder por:

  • ações judiciais;
  • pedidos de indenização;
  • notificações extrajudiciais;
  • ações civis e criminais;
  • fiscalizações por órgãos públicos;
  • responsabilização pessoal dos responsáveis pela instituição, quando prevista em lei.

A ORIENTAÇÃO É CLARA

Este é o momento de revisar imediatamente tudo o que é informado aos alunos, bem como as parcerias firmadas pela instituição.

É igualmente recomendável reavaliar:

  • indicações de associações;
  • orientações prestadas durante a matrícula;
  • materiais de divulgação;
  • mensagens enviadas por WhatsApp e outros canais de comunicação;
  • informações repassadas por instrutores, coordenadores e colaboradores.

Encarando a realidade da mudança do setor

O que antes passava despercebido já começou a gerar notificações e medidas judiciais contra algumas instituições de ensino e pode trazer consequências jurídicas graves para escolas e seus gestores.

Confira também o link com a Manifestação do MP e Decisão Judicial com potencial de alcançar todos os Estados do Brasil: https://astege.org.br/justica-proibe-astego-de-emitir-carteiras-e-certidoes-como-registro-profissional-e-veda-aceitacao-de-documentos-pelo-poder-publico/

Para fazer denúncias ou obter mais informações, você deve entrar em contato com o Whatsapp: (11) 95159-5700.


Nota

Esta notícia foi elaborada com base em documentos públicos e demais elementos institucionais disponíveis. Em observância aos princípios da transparência, do contraditório e da ampla defesa, a ASTEGE coloca seus canais oficiais de comunicação à disposição para publicar eventuais esclarecimentos, manifestações ou notas de qualquer pessoa física ou jurídica eventualmente mencionada ou interessada, nos termos da legislação vigente.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE COMUNICAÇÃO DA ASTEGE

SITE ASTEGE - IMAGENS POSTdef 2

SOFREMOS OUTRO ATAQUE HACKER COVARDE!

Mais um ataque covarde contra quem trabalha sério!

Nosso suporte via WhatsApp sofreu outro ataque externo covarde que prejudica diretamente os trabalhadores e pessoas jurídicas.

Mas a ASTEGE não baixa a cabeça e não dobra os joelhos para esse tipo de atitude pequena. Eles estão acostumados a fazer isso; nós estamos acostumados a vencer desafios muito maiores.

Até segunda ordem, para garantir que ninguém saia prejudicado, transferimos imediatamente todo o atendimento da Central para:

📲 (11) 95159-5700

Se preferir, entre em contato pelo e-mail: secretarianacional@astege.org.br

Estamos sempre com você. Vamos em frente!

REDETVNEWS-1

ASTEGE é Reconhecida pela Mídia Nacional como Entidade Líder na Formação de Técnicos em Imobilização Ortopédica

ASTEGE Conquista Destaque Nacional e é Citada pela RedeTV News como Referência na Imobilização Ortopédica

Reconhecimento Nacional: ASTEGE no Topo da Imobilização Ortopédica

A ASTEGE – Associação Brasileira dos Profissionais Técnicos em Imobilizações Ortopédicas acaba de receber mais um importante reconhecimento: um destaque especial na RedeTV News, um dos maiores portais de notícias do país. A matéria evidencia o papel fundamental da entidade na formação, certificação e valorização desses profissionais essenciais para a saúde pública brasileira.

A publicação ressalta que, entre as entidades atuantes na área, a ASTEGE é considerada por muitos “a entidade nacional de maior prestígio na área”, ampliando programas de formação, certificação e atualização profissional para atender às crescentes demandas do setor de saúde.

Quem São os Profissionais que Atendem Milhares de Brasileiros Diariamente?

Uma Profissão Essencial, Ainda Pouco Conhecida

Milhares de brasileiros passam diariamente pelas mãos dos Técnicos em Imobilização Ortopédica em pronto-socorros, salas de gesso, unidades de ortopedia e centros de urgência e emergência de todo o país. Esses profissionais são responsáveis pela confecção de talas, aparelhos gessados e imobilizações fundamentais para a recuperação de pacientes com fraturas, luxações, entorses graves e outros traumas ortopédicos.

Apesar de sua presença cotidiana nos serviços de saúde, essa profissão ainda é pouco conhecida pelo grande público, o que gera dúvidas frequentes como:

  • Quem coloca o gesso no hospital?
  • O ortopedista é quem faz a imobilização?
  • Como funciona uma sala de gesso?
  • Como faço um curso para trabalhar nessa área?

Por Que a Qualificação Profissional é um Diferencial?

Segurança do Paciente e Excelência no Atendimento

A correta imobilização de uma fratura ou lesão musculoesquelética é uma etapa crítica do atendimento. Uma técnica inadequada pode comprometer o conforto do paciente, dificultar o tratamento e exigir reavaliações ou ajustes clínicos.

Por esse motivo, hospitais e serviços de saúde buscam cada vez mais profissionais capacitados para executar esses procedimentos dentro de protocolos assistenciais e em integração com as equipes multiprofissionais. A formação continuada passou a ser considerada um importante diferencial para quem deseja atuar ou se aperfeiçoar na área.

ASTEGE Lidera Iniciativas de Valorização e Formação Profissional

Programas de Certificação, Cursos EAD e Ações Institucionais

Nesse cenário, a ASTEGE tem desenvolvido iniciativas voltadas ao fortalecimento da profissão, à valorização dos profissionais e à ampliação do acesso à qualificação. Ao longo de sua trajetória, a entidade vem promovendo:

  • Programas de formação e certificação profissional
  • Cursos na modalidade EAD para alcance nacional
  • Ações de atualização profissional continuada
  • Projetos destinados a militares, guardas municipais, profissionais da segurança pública e profissionais de várias áreas da saúde em todo o Brasil
  • Emissão da Carteira Nacional de Identificação Profissional
  • Certidões de regularidade institucional para concursos e processos seletivos
  • Disseminação de informações técnicas e incentivo à educação continuada

Essas iniciativas acompanham uma tendência observada em diversas áreas da saúde, nas quais a qualificação permanente passou a ser um fator relevante para o desenvolvimento profissional.

Uma Profissão em Expansão e com Futuro Promissor

Crescimento da Demanda e Oportunidades no Setor de Saúde

Especialistas avaliam que o envelhecimento da população, o aumento dos atendimentos relacionados a traumas, a expansão da rede de saúde e a busca por maior qualidade assistencial deverão contribuir para ampliar a importância dos profissionais da Imobilização Ortopédica nos próximos anos.

À medida que cresce o conhecimento da sociedade sobre essa atuação, aumenta também o interesse pela formação específica, pela atualização técnica e pelas oportunidades profissionais oferecidas pelo setor.

Saiba Mais sobre a ASTEGE e Como Ingressar na Profissão

Para quem deseja conhecer mais sobre a profissão, compreender melhor as possibilidades de atuação ou buscar informações sobre programas de formação, certificação e atualização profissional, a ASTEGE disponibiliza informações por meio de seus canais oficiais:

Canais de Atendimento ASTEGE

  • Site oficial: www.astege.org.br
  • Central Nacional de Atendimento (WhatsApp): (11) 96085-4977
  • E-mail: secretarianacional@astege.org.br
  • Telefone: (11) 2391-8330
  • Endereço: Avenida Paulista, 1439, 1º andar, sala 12, Bela Vista, São Paulo/SP, CEP 01311-200 (Atendimento somente com hora marcada)

Leia a Matéria Completa da RedeTV News

A matéria completa publicada pela RedeTV News: https://redetv.news/2026/07/07/quase-ninguem-conhece-mas-milhares-de-brasileiros-passam-diariamente-pelas-maos-desses-profissionais-nos-hospitais/

O reconhecimento pela mídia nacional reforça o compromisso da ASTEGE com a excelência, a valorização profissional e o desenvolvimento contínuo da Imobilização Ortopédica no Brasil.


Nota: Artigo baseado em matéria publicada pela RedeTV News. A ASTEGE se coloca à disposição para publicar eventuais esclarecimentos de qualquer parte interessada, nos termos da legislação vigente.



DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO DA ASTEGE

Lei astege 12

O DESESPERO DE UMA ENTIDADE DECADENTE E O RIGOR DA JUSTIÇA E DO MINISTÉRIO PÚBLICO

Atenção, profissionais da Imobilização Ortopédica e hospitais. Não se deixem enganar por notas emocionais na internet. A lei é definitiva e a verdade está nos tribunais. Verifiquem os processos.

Quem trabalha sério não precisa mentir. Nós não disputamos espaço, nós defendemos a legalidade da nossa profissão. Enquanto uns acumulam processos, nós construímos história.

SERÁ QUE É INVEJA NOSSA?

MAS… DO QUE NÓS TERÍAMOS INVEJA?

🚫 De uma diretoria indiciada criminalmente em inquéritos policiais?

🚫 Por ser a primeira Entidade da imobilização no Brasil que teve os documentos proibidos perante a órgãos públicos de todo um estado?

🚫 De ter diretores dando cursos que são irregulares, invadem competências de outras profissões e um que até se identifica como médico?

🚫 De uma entidade PROIBIDA pela Justiça e pelo Ministério Público de se passar por órgão público?

🚫 De se negar a sentar e conversar de forma madura com outras entidades da área em prol de uma categoria sofrida e maltratada?

🚫 De ficar tirando fotos com políticos para dizer que está trabalhando e tentar justificar a cobrança de anuidades absurdas?

🚫 De ficar criando posts com inteligência artificial sem se dar o trabalho mínimo de revisar textos?

🚫 De tentar roubar a marca de outra associação de prestígio?

🚫 De ser uma entidade decadente que não sabe nem mesmo sua posição ou função jurídica?

🚫 De denúncias por emissão de documentos “a jato” para pessoas sem formação?

🚫 De mentir declarando falsas homologações positivas da Vigilância Sanitária e Ministério do Trabalho?

Etc…

O sentimento da categoria não é inveja. É ASCO e VERGONHA.

Ou seja,

A NOSSA RESPOSTA É O TRABALHO

Enquanto eles criam narrativas falsas para vender papel, vivem tirando fotos com políticos e cobrando anuidades estratosféricas, nós alcançamos o topo com respeito e competência:

Certificamos a MARINHA DO BRASIL uma vez e fomos chamados pela segunda.

(Eles nunca)

Certificamos as GUARDAS MUNICIPAIS e profissionais de várias áreas da Segurança Pública.

(Eles nunca fizeram nada disso)

Certificamos profissionais de Órgão Federal oficialmente.

(Eles nunca fizeram)

A lista do “eles nunca fizeram” neste sentido é muito grande.

HOSPITAIS E PROFISSIONAIS DA IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA

Exigir chancelas de associações privadas proibidas pela Justiça gera risco de processo trabalhista por assédio e discriminação. Fiquem do lado da lei. A verdade venceu.

Creiam nos documentos do Ministério Público e da Justiça!

Eles estão cada vez mais no buraco e tentando sempre puxar alguém para sofrer com eles.

CUIDADO!

DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO DA ASTEGE


Adriano luto 4

NOTA DE PESAR | ASTEGE e CONDIO-BR

“Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
2 Timóteo 4:7

Com profundo pesar, nos despedimos de Adriano Ferreira, Diretor Nacional da ASTEGE e membro do CONDIO-BR, profissional dedicado à Imobilização Ortopédica, à Enfermagem e ao cuidado com as pessoas.

Seu legado de fé, compromisso e serviço permanecerá vivo na memória de familiares, amigos, colegas de profissão e de todos que tiveram o privilégio de caminhar ao seu lado.

Neste momento de dor, manifestamos nossa solidariedade aos familiares e amigos, rogando a Deus conforto e paz aos corações enlutados.

Adriano Ferreira, presente na memória, no exemplo e na história da Imobilização Ortopédica.

Alerta Geral Na Imobilização

ALERTA GERAL NA IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA!

Entidade privada que promete “habilitação profissional” volta ao centro de denúncias e investigações

Representações foram encaminhadas ao Ministério Público, Polícia Civil, conselhos profissionais e vigilâncias sanitárias. O caso envolve emissão de documentos, oferta de cursos e possível indução em erro de profissionais, órgãos públicos e empresas privadas.


SÃO PAULO — Associação privada volta ao centro das investigações

SÃO PAULO — Uma associação privada que atua na área de imobilização ortopédica voltou ao centro das atenções após novas representações protocoladas junto ao Ministério Público, Polícia Civil, CREMESP (Conselho Regional de Medicina de São Paulo), COREN-SP (Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo), órgãos de Vigilância Sanitária e outros similares.

Além das autoridades, escolas profissionalizantes, hospitais e operadoras de saúde mencionados em materiais de divulgação também foram oficialmente comunicados para esclarecimentos. As apurações estão em andamento.


Histórico de questionamentos se estende por mais de duas décadas

Documentos protocolados indicam que, desde aproximadamente 2003, surgem questionamentos envolvendo emissão de carteiras e certidões associativas, uso da expressão “órgão” em comunicações institucionais e declarações que poderiam sugerir habilitação profissional.

Em 2008, houve formalização de denúncias no Ministério Público de São Paulo. Entre 2009 e 2018, segundo registros apresentados nas representações, a entidade teria emitido documentos que, na visão dos denunciantes, poderiam dar a entender que se tratava de órgão oficial, embora sua natureza jurídica seja de associação privada.

Entre 2024 e 2025, membros da diretoria foram investigados e houve indiciamento em processo criminal. Em 2026, novas denúncias ampliaram o alcance das apurações. As autoridades analisam os fatos.


Entidade privada usa linguagem de “órgão público” e gera debate sobre natureza jurídica

Certidões analisadas utilizam expressões como “regular perante este órgão”, “habilita ao exercício profissional” e outras semelhantes. Segundo as representações, esse tipo de linguagem pode gerar dúvida em profissionais e empregadores sobre a natureza jurídica da entidade.

Especialistas lembram que associações privadas não substituem conselhos profissionais criados por lei federal. A análise sobre eventual indução em erro está sob responsabilidade das autoridades competentes.


Cursos sob análise: procedimentos que podem ultrapassar limites técnicos

Entre os novos fatos comunicados está a oferta de cursos envolvendo suturas, reduções e técnicas relacionadas à cirurgia da mão. Segundo os denunciantes, esses conteúdos poderiam ultrapassar os limites técnicos da imobilização ortopédica e alcançar áreas tradicionalmente vinculadas à enfermagem e à medicina.

Pareceres já emitidos por conselhos profissionais citando a associação denunciada, como o COREN-SP, são citados nas representações como referência técnica para essa discussão.

Impacto para profissionais

Se confirmadas irregularidades, profissionais ligados a essa entidade, podem investir dinheiro em cursos que não tenham validade reconhecida, enfrentar questionamentos legais sobre atos praticados ou ter problemas administrativos em vínculos públicos ou privados.

Impacto para pacientes

Caso haja atuação fora dos limites legais, pode haver risco à saúde da população, questionamento sobre qualificação técnica e insegurança jurídica. Esses pontos estão sob apuração.


Instituições citadas em materiais de divulgação foram comunicadas

Materiais promocionais divulgam a atuação de instrutor identificado como D.S. Cunha, técnico de gesso hospitalar, associando sua experiência a instituições hospitalares conhecidas para captar alunos. Entre os nomes mencionados em peças públicas estão renomados Hospitais de São Paulo e escolas profissionalizantes no ABC Paulista. Instituições de ensino envolvidas com a entidade denunciada também são objeto de investigação em outros estados da federação, além de São Paulo.

Essas instituições foram consultadas para esclarecimentos sobre autorização de uso de seus nomes, eventual vínculo institucional e protocolos internos sobre habilitação profissional. Até o fechamento desta edição, aguarda-se manifestação.


Escolas profissionalizantes também sob investigação

Representações também apontam que cursos investigados teriam sido realizados em dependências de escolas profissionalizantes noi ABC Paulista. Caso as autoridades entendam que houve irregularidade, essas instituições poderão ser chamadas a prestar esclarecimentos. Uma delas já teria sido notificada em procedimentos anteriores do Ministério Público. As apurações seguem.


Caso do Espírito Santo reacende debate sobre documentos duvidosos

O episódio mais recente envolve uma servidora da Secretaria de Saúde do Espírito Santo. Segundo representação protocolada, a documentação apresentada para exercício do cargo público parece ser falsa. Para esta mesma servidora suspeita-se que a entidade sob denúncia emitiu documento a jato para manter a servidora no cargo. O que também está sendo investigado pelas autoridades.


Caso supera disputa entre entidades e envolve saúde e interesse público

Segundo as representações, o caso pode envolver confiança pública, segurança assistencial, regularidade documental e responsabilidade de escolas e instituições. Se confirmadas irregularidades, podem existir consequências administrativas, civis e criminais. Tudo depende da conclusão das investigações.


Direito de resposta e transparência

A associação mencionada, o profissional citado, as escolas e as instituições hospitalares têm espaço aberto para manifestação. Esclarecimentos podem ser enviados para secretarianacional@astege.org.br. As manifestações serão analisadas e publicadas.


Participação do leitor

Se você é profissional da área e já teve dúvida sobre o que realmente pode fazer, ou já recebeu promessa de “habilitação”, registro de “órgão de classe” da imobilização ortopédica ou “registro a jato”, ou se é paciente e já se perguntou quem está autorizado a realizar certos procedimentos, compartilhe sua experiência conosco pelo WhatsApp (11) 96085-4977. A informação protege quem trabalha corretamente e quem precisa de cuidado.


Esta reportagem foi elaborada com base em documentos públicos, representações protocoladas junto a órgãos oficiais e fontes identificadas. Todas as partes citadas têm direito de resposta garantido, conforme previsto em lei.


APROVAÇÃO PARECER DOS TIO'S  13.09.23

APROVADO PARECER PARA REGULAMENTAÇÃO FEDERAL

Em uma sessão realizada na manhã de ontem(13.09.2023) às 9 horas, na Câmara de Deputados em Brasília, foi aprovado o parecer referente ao Projeto de Lei Nº 2.194/2019, de autoria do Deputado André de Paula, que propõe a regulamentação federal da profissão de Técnico em Imobilização Ortopédica. O relator, Deputado Marx Beltrão, apresentou parecer favorável à aprovação deste projeto.

O Projeto de Lei Nº 2.194/2019 tramita na Câmara de Deputados desde 2019 e encontra-se na Comissão de Seguridade Social e Família. Esta aprovação representa um passo significativo para a regulamentação e valorização da profissão de Técnico em Imobilização Ortopédica.

Vale ressaltar que esta é uma iniciativa que enfrenta desafios ao longo do tempo. No dia 11 de janeiro de 2019, o presidente Jair Messias Bolsonaro vetou o PLC 187/2008, que tratava da regulamentação da profissão em questão. Esta foi a primeira tentativa de regulamentação federal, originada do PL nº 1681/1999, de autoria do saudoso e falecido Deputado Arnaldo Faria de Sá.

A ASTEGE – Associação Brasileira dos Profissionais da Imobilização Ortopédica e o CONDIO-BR – Conselho Deliberativo da Imobilização Ortopédica do Brasil têm sido defensores fervorosos da regulamentação da profissão, enfatizando a importância de garantir segurança e respaldo legal tanto para os profissionais quanto para os pacientes.

O Projeto de Lei N° 2.194/2019 agora segue seu curso na Câmara de Deputados Federais, após a aprovação de ontem.

A ASTEGE tem sido uma liderança fundamental na busca por apoio para a aprovação do projeto, como demonstrado durante a 23ª Marcha à Brasília em Defesa dos Municípios, onde a ASTEGE no ano passado esteve representada pelo Vice Presidente Nacional, o Vereador Antônio Bonifácio do Espirito Santo.

Em Brasília, o Vice Presidente Nacional da ASTEGE na ocasião foi recebido pelo Deputado Federal Paulo Roberto Foletto, do Espírito Santo, em seu gabinete na Câmara dos Deputados Federais. O Deputado Foletto, também médico, tem demonstrado apoio à regulamentação da profissão de Técnico em Imobilização Ortopédica.

Nas atividades semanais do CONDIO-BR (CONSELHO DA IMOBILIZAÇÃO ORTOPÉDICA DO BRASIL) o Especialista, Jornalista e Lider nacional Wladmyr Mendes vem fazendo um trabalho intenso e nas semanas passadas chegou a disponibilizar um PDF com dados e orientações de como os profissionais podem participar e cobrar dos parlamentares a aprovação do Projeto de Lei Federal dos TIO’s.

A ASTEGE e o CONDIO-BR continuam sua luta pela regulamentação federal da profissão, visando assegurar a qualidade e segurança dos serviços prestados na área de Imobilização Ortopédica. Agora, aguardamos os próximos desdobramentos desta importante iniciativa para a categoria.

Assista ao vídeo entusiasmado do Deputado Relator Marx Beltrão sobre a nossa vitória:

DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO NACIONAL DA ASTEGE.